sábado, 30 de junho de 2007

Encontro imediato # 2

Beirut - "Elephant Gun"

A coluna vertebral em política é…

A esquerda disse de Bagão Félix, ex-ministro do Trabalho do Governo de Durão Barroso e a propósito da actual legislação do trabalho, o que o porco não disse do toucinho.
Aqueles que na altura o criticaram agora monstram a sua verdadeira personalidade.
Já agora deixo aqui a entrevista com Bagão Félix publicada no Correio da Manhã


- Correio da Manhã – Foi o autor político do anterior Código de Trabalho, de 2003. O que acha destas propostas?

- Bagão Félix – Antes de mais, deixe-me dizer que ainda não li o Livro Branco. O conhecimento que tenho é das notícias dos jornais mas estou surpreendido porque algumas das pessoas que me criticaram há quatro anos agora foram ainda mais longe. São ex-marxistas mais neoliberais do que os neoliberais.

- O que pensa da questão da adaptabilidade?

- Os tempos de trabalho têm um princípio subjacente de ajustar o ciclo de trabalho ao das empresas e nesse sentido admito que se aprofundasse nesse sentido. Mas tem de ser com o mínimo de respeito pelo tempo de lazer, de família e de descanso das pessoas. Reduzir a pausa para meia hora, como se consegue almoçar?

- O que pensa dos despedimentos?

- Concordo que se agilizem os processos, mas já no que diz respeito à despedimento por incompetência... Hoje já é possível despedir por inaptidão, ou seja, por redução na qualidade ou produtividade do trabalho. Parece-me mais um álibi [para despedir]... porque os mecanismos actuais já dão resposta a esta questão.

- E quanto às reduções salariais?

- Algumas parecem-me mais umas dádivas ao patronato do que uma necessidade. Aliás, as propostas parecem-me mais uma coligação PS/CIP. Vou estar muito atento a qual vai ser a reacção do Governo. Há quatro anos o PS votou contra e algumas das pessoas disseram que iriam repor uma série de direitos que eu tinha retirado.

quinta-feira, 28 de junho de 2007





Hai!...Hai!

Como seria diferente, este país, se o falso engenheiro fosse pelo mesmo caminho!

Para quando a lei anti-coito oral ou anti-conilingus?

Já temos uma lei anti- tabaco, quase entrar em vigor, agora preconiza-se uma hilariante lei anti-coito anal.
Aqui deixo excertos de um quase manifesto:
União Europeia, é que armam-se em guardiões da saúde pública proibindo o tabagismo, atacando a obesidade enquanto nada dizem sobre os perigos, bastante mais graves para a saúde, da promiscuidade sexual e da homossexualidade. Falam pouco do assustador incremento de todo o tipo de doenças sexualmente transmitidas. Falam absolutamente nada do facto que o jovem homossexual de 20 anos de idade tem só 50 por cento de possibilidades de chegar além dos quarenta anos. Não só por causa da HIV, mas por sujeitar-se a várias outras doenças causadas pelo abuso de um órgão não desenvolvido para uso sexual. Os apologistas da homossexualidade têm o hábito de citar as práticas da Roma, da Grécia e de algumas civilizações orientais. Nós progredimos um pouco desde a antiguidade. Sabemos muito mais sobre o corpo humano. Sabemos muito bem que o sistema digestivo, ingestão e excreção, não deve ser confundido com o sistema generativo.” (via Insurgente)



Pinto da Costa gosta de comemorar a desgraça alheia, segundo o relato de Carolina Salgado, a propósito, de como aquele viveu a derrota de Portugal na final do europeu.
Hoje, para Pinto da Costa, vai ser mais um dia de garrafa de champanhe na mão.

Em homenagem



É a matricula do... claro, pois do...carro do Paulo.
Como podem verificar aqui, nas reuniões da Câmara Municipal de Amarante, os vereadores, no inicio, tomam conhecimento do resumo da tesouraria municipal
Porém tal resumo não impediu um funcionário de se “abarbatar" ao dinheiro da caixa ao longo de meses, sem que alguém tenha notado.
O funcionário deu “Ás de Vila Diogo” o município ficou mais pobre e o tribunal de Amarante com mais um processo para julgar e que neste momento aguarda sentença.

Comemorações do Bicentenário da Defesa da Ponte de Amarante




Em primeiro lugar ninguém me perguntou se eu tinha tempo para isso ou até se entendo ter sido eleito para tais preparos;
Em segundo lugar não podia perder a oportunidade de ver proferida, e escrita em letra de imprensa, esta frase, que trago comigo desde a Faculdade de Direito, “o preâmbulo da proposta indicia, no nosso modesto entender, que se pretende uma visão historicista que nos parece muito pobre, para não dizer condenável.”

Ás voltas com as contas da campanha!


Alguém, na terra de Pascoais, resolveu apresentar ao padrinho a conta da prenda.
O padrinho assustado com a conta resolveu não contribuir.
Moral da história:
O dinheiro nunca fez os homens honrados.

E este em particular não se chama Jacinto Leite Capelo Rego.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

terça-feira, 26 de junho de 2007

Convenhamos: Nem para agredir serve!

"Arguidos negam intenção de agredir Francisco Assis".

"Os arguidos Casimiro Sousa, alfaiate, Joaquim José Rodrigues, sapateiro, Agostinho Gonçalves Sousa, empregado de balcão, e Manuel Pereira de Sousa, vigilante, justificaram ao Tribunal de Felgueiras as suas poses de braço no ar ou punho cerrado junto ao agredido com o alegado facto de terem sido empurrados e de se terem levantado com o braço estendido ou de estarem a tentar agarrar pessoas que se encontravam à sua volta.” (via JN)

A mulher de César, tal como César, tem que estar acima de qualquer suspeita.

Pior que um burro é… um burro armado em esperto!


Darfur e o aquecimento global.


Vale a pena ler o texto, de João Pereira Coutinho na “Folha Online”, onde comenta a teoria de Ban Ki-moon sobre a tragédia do Darfur.

Palavras...



Anti ambientalistas? Não, lobos com peles de cordeiro.

Só a argumentação, anti ambientalista, faz corar qualquer um!

domingo, 24 de junho de 2007

Já cá faltava mais outro

«Confio nos tribunais e na justiça divina»
(Pinto da Costa)

«Já percebi que os tribunais não me levam a sério.» (Valentim Loureiro) Por isso quer se julgado na televisão.

“É o estrebuchar do morto” (Luís Filipe Vieira)

É o estrebuchar de outro morto... de mais um moribundo, digo eu.

Se todos pagarem você paga menos. Peça factura!


O Papa tropeçou em mais uma factura, de uma viagem, porém esta não era a dos Calheiros.
Como sempre gosto de enviar os meus amigos a ler quem sabe realmente do assunto.
Assim deixo-vos aqui e aqui

A universidade Sénior do Orfeão da Foz do Douro













Em Maio o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Amarante anunciava Universidade Sénior e o Sitio da CMA na Internet dava conta desse grande projecto.
Neste modesto blogue também, na aultura, nos associamos a tão nobre realização com a sua divulgação.
Sr. Presidente deixo aqui uma sugestão, caso necessite de ajuda para o projecto, contacte com o Orfeão da Foz do Douro, instituição com experiência neste tipo de projectos.

Terminaram os problemas técnicos!




quinta-feira, 21 de junho de 2007

O BERÇO em http://oberco.blogspot.com

Descobri recentemente o blogue O BERÇO de imediato lembrei-me que o Prof. Saldanha Sanches disse que “que há inúmeros casos de corrupção nas autarquias e todos os dias vemos coisas aterradoras. Porquê? Porque os tribunais não cumprem o seu dever. E não cumprem o seu dever porque grande parte dos casos que são patentes e presentes só se devem à inércia da máquina judicial.”
Após ler o poste “façam como ele” e seus comentários dou razão ao Prof. Saldanha Sanches. Atento que a corrupção é um crime público e definida, nas linhas de políticas criminais deste governo, como prioritária no seu combate, verifica-se que este é um dos casos em que os tribunais não cumprem o seu dever caso contrário o M.P já teria exercido,após estas denuncias, a acção penal, como impõe o seu estatuto.
Não digam que os pequeninos Procuradores são como o grande Procurador, o Geral, que não lêem Blogues.
É a eterna falta de meios, digo eu!
Deixo-vos aqui os sítios, na Internet, dos principais contendores do Partido Democrata ás eleições americanas, se entretanto não aparecer “uma verdade inconveniente”, aí não há Hillary, Obama ou Edwards que resista.

http://www.barackobama.com/tv/

http://johnedwards.com/
http://www.hillaryclinton.com/?splash=1



Director-Adjunto do JN manifesta-se à porta do Rivoli

Descobri aqui (via arrastão) e pude ver com satisfação que também neste caso (via CMP) a verdade não é a preto e branco como alguns nos querem fazer crer.
P.S - Todos têm o direito a manifestarem-se sem constrangimentos sem intimidações, incluindo aqueles que têm por defeito ou feitio intimidar.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Esperança? Sim, naquele que chegará numa manhã de nevoeiro!

Acabei de ouvir, na SIC Noticias, o Eng. Ângelo Correia falar sobre a incapacidade do Estado em controlar a fuga, para o estrangeiro, dos cérebros portugueses. Eu já alguns anos que deixei de ter ilusões em poder manter os meus filhos perto de mim após os 17 anos, pelo simples facto de ter comprendido que Estado não criou as condições para que eles possam ter uma formação adequada. Inevitavelmente terão de emigrar, mais cedo ou mais tarde, para poderem concluir a sua formação, aliás como a Bióloga Inês, minha colega de blogue.
O Estado demitiu-se, há já muitos anos, de promover a educação dos seus jovens.
Demitiu-se desde logo quando promoveu a criação de Universidades e licenciaturas duvidosas, que teve como único resultado a atribuição de graus académicos a que não estava preparado. Naquele tempo tanto se democratizou o ensino como a impreparação.
O estado ficou satisfeito! Ficaram igualmente satisfeitos os pais de uma horda de licenciados que nunca exerceram ou exercerão a licenciatura, quer por impreparação técnica, quer porque o mercado, simplesmente, não tem capacidade para os absorver.
O Estado português, através dos políticos eleitos, preferiu gastar (torrar) o nosso dinheiro em obras de regime, como o CCB a EXPO e agora o aeroporto internacional, a gastar, como fez a Irlanda, na formação de técnicos altamente qualificados.
Isto porque os políticos na sua grande maioria são, também eles, altamente inqualificados.
Mas que expectativas poderemos ter com a “turma” de políticos que temos?
Infelizmente Nenhuma!
Só nos resta esperar por um milagre, como não acredito em milagres prefiro ter esperança nos portugueses, qualificados, de torna viagem.

Pinto da Costa: «Dragão é superior e não bicho de rapina»


Pinto da Costa: «Dragão é superior e não bicho de rapina»
Por falar em rapina:
Gravações telefónicas publicadas pelo Correio da Manhã em 16 de Abril de 2007.
Pinto da Costa fala com Deco e combina que o jogador deverá ameaçar que não joga na Selecção. Só assim poderá atemorizar a Federação para que diminua o castigo.
Pinto da Costa (PC) - Estou!
Deco (D) - Sim.
PC - Estou! É presidente! (...) Estou-te a falar pelo seguinte amanhã, como sabes nós metemos o recurso do teu castigo, não é? (...) e vai sair naquela coisa do “Pato”
D - Hum
PC - uma coisa a dizer do género de: “Pode estourar uma bomba ofendido com o que foi dito aquele termo de “indigno” e o castigo”.
D - Hum.
PC - e tal... “Pode estourar uma bomba, que é possível que o Deco, desgostoso com a perseguição ” – dentro daquilo que tu dissestes hoje!
D - Sim, sim
PC - “ofendido com a perseguição que lhe está a ser feita, se calhar, vai pedir dispensa de jogar no no na Selecção ou no Europeu” uma coisa assim, estás a perceber?
D - Hum, hum!
PC - que é como forma de pressão para
D - Hum, hum
PC - para o Conselho! Portanto, se amanhã alguém te perguntar se isso é verdade, se não é, o que pensas, tu dizes: “Desculpe, sobre isto não falo nem uma palavra! Na altura própria, eu eu direi ”

Mais tarde o assessor de Pinto da Costa diz ao seu patrão:
Pinto da Costa - Sim?
Antero Henriques - Presidente, bom dia!
PC - Então?
A - Esta do “Pato”, do Deco vou-lhe dizer uma coisa, pá!... eu sabia que o presidente era um génio mas esta!, foda-se!
E acaba assim:
A - Acho que é uma chantagem fantástica!...

O especulador.


Bonita imagem... a do saco!


Já, anteriormente, disse e repito a política em Amarante é confrangedora basta atentarmos no que se passa por aqui, aqui ou aqui.
As palavras, as ideias até o humor fazem-me lembrar um saco cheio de pão esquecido desde o verão passado.

terça-feira, 19 de junho de 2007

E AGORA, ALGO COMPLETAMENTE DIFERENTE!

Já agora não resisto a deixar, aqui, um comentário avalizado sobre o assunto.

est-ce que tu es fou ?

"Jamais...Jamais!"(em francês e com sotaque) Jamais disse o contrário!

Mário Lino entrou em roda-viva!
Ainda o hão-de ouvir dizer que nunca quis a OTA.

Arbitrariedade judicial

Sem qualquer comentário aqui fica uma carta escrita pelo ilustre advogado António Marinho e Pinto.
Exmo. Colega
Dr(a). ……………….

Um nosso colega de Lisboa foi condenado por um Juiz no pagamento de três (3) UC’s (cerca de € 300,00) por reclamar de uma conta de custas que penalizava ilegalmente a sua cliente.
A condenação em si, mais do que uma tentativa de punir um Advogado por, em cumprimento dos deveres do patrocínio, impugnar uma decisão desfavorável à sua cliente, constitui um atentado à independência da Advocacia no seu conjunto. Vejamos os factos.
O Dr. Manuel Leitão Romeiro patrocinava uma sociedade comercial, ré numa acção ordinária em que a autora pedia o pagamento da quantia de € 17.080,00 (dezassete mil e oitenta euros). A acção foi julgada parcialmente procedente e, em consequência, a ré foi condenada a pagar à Autora a quantia de € 6.040,00 (seis mil e quarenta euros). O Juiz determinou que as custas seriam «a cargo da autora e ré, na proporção do respectivo decaimento o que desde já fixo em 1/3 para a Autora e 2/3 para a ré».
Perante o anacronismo da condenação em custas (a proporção do decaimento implicava que a autora fosse condenada em 2/3 e não em 1/3 das custas) o nosso Colega, em nome e no interesse da sua cliente, reclamou para o Juiz em causa para que este se dignasse «rectificar o lapso», pois entendia (e bem) que onde estava «1/3 para a autora e 2/3 para a ré, deveria estar 2/3 para a autora e 1/3 para a ré».
Porém, a resposta do magistrado foi seca, dura e curta: «Não há qualquer lapso quanto a custas». Mais nada!
Então o nosso colega, ainda em nome e no interesse da sua cliente, voltou a dirigir-se ao Juiz, questionando que «se não há erro material que deva ser rectificado, então há erro de lógica e de direito na douta sentença que importa esclarecer e reformar quanto a custas». E concluía pedindo a reforma da decisão, «como é de lei e de justiça».
Mais uma vez a resposta do Sr. Magistrado veio seca e dura, embora menos curta: «Como já se pronunciado a fls. 112, não há lapso de sentença quanto a custas. Igualmente não há qualquer contradição, esclarecimento ou omissão que deve ser suprida. Pelo exposto indefiro, a requerida reforma. Custas do incidente a cargo da requerente com taxa de justiça que fixo em duas unidades de conta». Repare-se que o Sr. Juiz limita-se a negar ou contradizer o que o Advogado alegou, sem se dar ao trabalho de fundamentar, como a lei lhe impõe, o que decide.
Então, perante tamanha arbitrariedade, o Dr. Leitão Romeiro, no cumprimento dos deveres do mandato, não se resignou (como gostam muitos magistrados) e impugnou (sempre em nome e no interesse da empresa sua cliente) aquela decisão, tendo arguido a sua nulidade e informado que o assunto iria ser objecto de exposição ao Conselho Superior da Magistratura.
Foi com base na matéria alegada neste último requerimento que, sublinhe-se mais uma vez, foi apresentado em nome da empresa cliente, que o Sr. Juiz proferiu, entre outras, a decisão condenar o nosso Colega em custas.
Essa decisão insere-se numa corrente jurisprudencial que entende que os advogados devem agir subordinados aos juízes, como acontecia em outros tempos. Para essa jurisprudência os advogados devem calar-se e aceitar, submissos e subservientes, os decretos de suas majestades, os juízes, senão correm o risco de pagar do seu próprio bolso a ousadia de impugnar as suas decisões mesmo que em nome e no interesse dos seus clientes.
Essa corrente jurisprudencial, que decorre de uma cultura segundo a qual a Advocacia deve ser colonizada ou tutelada pela magistratura judicial, viola pesporrentemente o artigo 208º da Constituição da República Portuguesa («A lei assegura aos advogados as imunidades necessárias ao exercício do mandato e regula o patrocínio forense como elemento essencial à administração da Justiça»), bem como o art. 114º da Lei de Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais («A imunidade necessária ao desempenho eficaz do mandato forense é assegurada aos advogados pelo reconhecimento legal e garantia de efectivação … do direito ao livre exercício do patrocínio e ao não sancionamento pela prática de actos conformes ao estatuto da profissão»). Portanto, a única entidade com competência para sancionar Advogados é a Ordem dos Advogados.
Assim, a condenação em custas do nosso Colega Dr. Manuel Leitão Romeiro, mais do que uma violação grosseira de uma Lei de valor reforçado e da própria Constituição da República, constitui, um ataque inadmissível à liberdade de exercício do mandato e à independência da Advocacia Portuguesa no seu conjunto.
Por isso é urgente que os Advogados portugueses lhe dêem a resposta adequada... E rapidamente antes que estas metásteses se generalizem.

Coimbra, 15 de Junho de 2007

António Marinho e Pinto
(Candidato a Bastonário)

domingo, 17 de junho de 2007

Do Portugal Profundo em Tribunal

Qual será o tipo de crime?
Será crime público ou um crime que depende de queixa?

Perderam e Perderam-se


A Ingenuidade tem um nome…

Tudo a propósito dos mirabolantes nomes dos beneméritos do CDS/PP, mirabolantes no plural, segundo a PJ, porque até agora as fontes, habitualmente bem informadas, apenas identificaram, aos jornais, o cidadão Jacinto Leite Capelo Rego, no meio de quatro mil recibos.
Será que no meio de tantos recibos apareceu o nome do grande patrocinador Óscar Alho ou do benemérito Zeca Melão?
Mas vamos ao essencial da notícia. Conclui-se do Relatório final, da PJ, à investigação do processo Portucale que o CDS/PP usou nomes falsos para justificar um milhão de euros de donativos ao partido no ano de 2004.
Sem querer discutir o facto de ter havido funcionários ou inspectores da Policia Judiciária que violaram o segredo de justiça, ao passar para a imprensa que o CDS/PP usou nomes falsos para justificar o tal milhão de euros. Sem pensar sequer discutir qual o interesse e a quem interessa que esta notícia, em particular, seja conhecida, pergunto:
- Será que a PJ, ou o funcionário que divulgou o conteúdo de tal informação, sabe que é proibido, por Lei, que os donativos não sejam titulados por cheque ou transferência bancária? (art. 7.º da Lei n.º 19/2003 de 20 de Junho).
As omissões de tais procedimentos é que são relevantes. Parece,no entanto, não estar em causa qualquer omissão.
É irrelevante, em termos penais, a existência de um recibo, referente a um donativo, em nome do cidadão Óscar Alho ou Óscar Rosa.
Relevância criminal existe se os donativos foram efectuados em dinheiro ou se os indícios apontarem aqueles como contrapartidas de um favor.
Se para a PJ não podem ser doadores do partido cidadãos com o nome de Amado Amoroso, António Manso Pacifico de Oliveira Sossegado, António de Oliveira Salazar, Joaquim Pinto Molhadinho ou Manuel António Zeferino, estamos conversados.
Será que os Inspectores da PJ esperariam encontrar recibos emitidos em nome de algum cidadão em especial e como não encontraram vieram gozar com o Sr. Jacinto.
Será que o Sr. Jacinto ficou contente com a publicidade dada ao seu donativo?
Será que é proibido a alguém chamar-se Jacinto Leite Capelo Rego?
Uma coisa fica provada, não é proibido ser estúpido!

WTC - A FOTO


Mão amiga fez-me chegar esta foto, com ela uma legenda que refere ter sido encontrada no rolo de uma câmara fotográfica entre os destroços do World Trade Center. Estou inclinado para a considerar mais um “mito urbano”, aliás não me dou, sequer, ao trabalho de verificar a sua autenticidade.
Seja como for,verdade ou embuste, mito ou não, aqui fica pelo que representa.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Luís Filipe Menezes.. Futuro Primeiro Ministro

Como é habitual antes da parada, que decorre ao longo da Ferry Street/Avenida de Portugal, realizou-se, no salão nobre do Sport Club Português em Newark, o habitual almoço de recepção aos convidados onde foram distinguidos com a medalha de honra em ouro da Fundação Bernardino Coutinho entre outros o Presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, Luís Filipe Menezes.
Luís Filipe Menezes começou, logo, por ser distinguido quando Alberto Coutinho o apresenta como futuro Primeiro Ministro.
Por questões técnicas foi impossível, manter a informação actualizada sobre as comemorações do dia de Portugal em Newark, ficando assim prejudicado o trabalho que se pretendia, de qualquer forma deixarei aqui algumas fotos dos dias em que a alma portuguesa vibra em terras do Tio Sam.
As fotos abaixo publicadas, dos homenageados, são da professora Maria Manuela Cardiellos, distinguida como Mulher do Ano, do empresário José Casimiro e do atleta para-olímpico Tony Nogueira desportista do ano.
Esta iniciativa da Fundação Bernardino Coutinho, que visa distinguir portugueses, já vai na 12º edição.

terça-feira, 12 de junho de 2007

a diáspora.

Tive que sair de Portugal e, tal como eu, muitos dos meus amigos também... Acabámos a nossa licenciatura e o que este País nos oferece é um deserto inóspito de oportunidades. Como não temos um padrinho, tio, primo, pai que nos possa oferecer um caldinho num cargo qualquer, para o qual certamente não teríamos competência alguma, e como, também, temos dentro de nós um bichinho empreendedor, trabalhador e ambicioso, não conseguimos enquadrar-nos no quadro afunilado e "apadrinhado" do mercado de trabalho deste País. Por isso fugimos deste sistema inerte (para não dizer morto!) e temos sucesso lá fora a fazer investigação, tendo contacto directo com empresas de sucesso e novas tecnologias, trabalhando horas infindáveis, mas perguntando a nós próprios porque é que não estamos no nosso País a fazer o mesmo, de forma a contribuir para o desenvolvimento e melhoria dos vis números da nossa economia. Estamos a alimentar a dinâmica de outras máquinas económicas e a ver o nosso País a vitimizar-se (há sempre uma entidade espiritual qualquer que tem a culpa pelo mau estado de Portugal). Mas há responsabilidade a ser assumida e essa responsabilidade é de todos nós. De forma constante e rítmica deixamos os meninos do poder sairem incólumes e, pior, esses mesmos meninos, após sugarem e afundarem um bocadinho mais este País, ficam em situações ainda mais favoráveis para continuarem a fazer com que Portugal patine nele próprio. Assim sendo a minha geração, que por sinal é bastante jovem, anda em diáspora, mas atenta. Esperamos, temos esperança, que algumas engrenagens deste sistema de improdução sejam eliminadas e que nós possamos ser as peças novas de uma nova máquina.


Citando João César Monteiro: "O problema de Portugal é o atavismo..."

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Bernardino Coutinho e Luís Filipe Menezes

Os homenageados





Não foram fotografados no Museu de História Natural, mas sim no jantar da Festa da Amizade em Newark.

Luís Filipe Menezes – O Amigo Americano


Luís Filipe Menezes no seu discurso durante o jantar da Festa da Amizade, em Newark, além de reclamar um secretário de estado, dependendo directamente do Primeiro Ministro, para as comunidades afirmou-se com um Pró-Americano convicto.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Português Vence Primárias no Partido Democrata


Filho de Bernardino Coutinho, um dos Portugueses mais influentes de Newark, Alberto Coutinho, venceu as primárias no Partido Democrata de New Jersey para a Assembleia Legislativa.

terça-feira, 5 de junho de 2007

Vou ao Novo Mundo... Volto Já!



Deixaram Winnemuca a toda a velocidade
O pai com os bolsos a abarrotar com um jackpot de mil dólares

O filho pedindo uma moeda de dólar
Só para tocar na águia
O pai perguntando ao filho cara ou coroa
a toda a brida na auto-estrada 80

O filho respondendo coroa
e é coroa que sai
quando a moeda cai
bem no meio do mapa do Nevada

10/8/80 Winnemuca, Nevada
(Sam Shepard, Crónicas Americanas)

Dia de Portugal em Newark.

Este blogue estará nas comemorações do Dia de Portugal em Newark.

Espero diariamente contribuir com notícias das comemorações que tiveram o seu inicio, no dia 23 de Maio, com o tradicional içar da bandeira na Câmara Municipal de Newark.

sábado, 2 de junho de 2007

Festas do Junho, Amarante

Vou à festa! (clique para ver programa)




"Rui Rio foi o primeiro autarca a encarar a corrupção como uma questão politica"

(Saldanha Sanches à Visão)

Um comerciante tinha um aprendiz que, por ser vesgo, via a duplicar.
Certo dia, o comerciante disse-lhe: "Quero que vás ao depósito e me tragas a jarra de azeite que está na estante".
O aprendiz foi e voltou dizendo: "Há duas jarras... qual devo trazer?"
O comerciante enfadado disse com sarcasmo: "Parte uma e traz a outra!"
O aprendiz fez o que lhe foi ordenado mas no momento em que partiu uma, a outra desapareceu.
(Farid ud-Din Attar)

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band

1 de Junho de 1967