Azambuja vai receber centro de topo para criação de animais para investigação - Leonor Beleza
(Video enviado por Cristina Gonçalo Via E:mail)
Um centro de topo ou um novo foco, aceso, na luta pelos direitos dos animais.
Azambuja vai receber centro de topo para criação de animais para investigação - Leonor Beleza
(Video enviado por Cristina Gonçalo Via E:mail)
Um centro de topo ou um novo foco, aceso, na luta pelos direitos dos animais.
"Uma empresa que tenha negócios com o Estado. Se o Estado não pagar o que deve, "como é costume", a empresa terá na mesma que entregar o IVA ao Estado". (Paulo Portas via lusa)
Manuela Ferreira Leite no seu magistério arranjava receitas extraordinárias com venda de património. O governo de Sócrates utiliza a coacção legítima e ilegítima para obter receitas! Pensar que o voto tudo legitima é o erro dos governos arrogantes.
Noticia, aqui, o Correio da Manhã, que Paula Amorim filha do multimilionário Américo Amorim, foi acusada em processo-crime conjuntamente com a ex-actual mulher de Pinto da Costa, Filomena Pinto da Costa.Há gajos com sorte!
Video enviado por A. Varandas
Silva Lopes em entrevista ao Expresso
"Irrita-me que o dinheiro dos contribuintes tenha ido para a CGD, para esta meter no BCP a perder dinheiro"
Silva Lopes diz que é lamentável que o dinheiro dos contribuintes esteja a ser usado em aumentos de capital da Caixa, que depois servem para o banco estatal investir na compra de participações no capital do maior banco privado português. (via Expresso)
Irrita ao Prof. Silva Lopes e presumo que a todos os portugueses excepto aqueles que vivem á custa do estado e á custa dos bancos que passoua a sera mesma coisa.
Já não bastava saber que os bancos fogem ao fisco através de operações em offshore ou ouvir os baqueiros a anunciar, sem qualquer pudor, os astronómicos lucros bancários á custa, por exemplo, de arredondamentos miseráveis efectuados ilegalmente.
Agora vergonhosamente os bancos anunciam que pensam accionar a garantia de 20 mil milhões de euros disponibilizados pelo estado.
Não é que os bancos precisem, até têm excesso de liquidez, dizem.
Então porque é que a vão utilizar?
Simplesmente para manterem o seu lucrativo negócio, nada que tenha a haver com a estabilidade bancária.
Para o estado os bancos, ao contrário das outras instituições, têm que ser acarinhados.
Por isso, verificamos agora, que o estado contribui com essa garantia não para estabilizar o mercado financeiro mas para possibilitar que os bancos, com o seu aval, acedam aos empréstimos interbancários de médio e longo prazo e comprar dinheiro mais barato para financiar as suas actividades de crédito.
A final quem paga é o estado ou seja todos nós!
Por isso irrita.

Pretendendo contribuir para esclarecer, cabalmente, os leitores deste blogue acerca do funcionamento do mercado de acções o meu amigo Varandas enviou o seguinte E:mail
Uma vez, numa vilazinha do interior, apareceu um homem, apregoando aos aldeões que compraria burros por €10 cada. Os aldeões, sabendo que havia muitos burros na região, iniciaram a caça aos burros.
O homem comprou centenas de burros a €10 e então os aldeões diminuíram o seu esforço na caça.
Aí, o homem anunciou que agora passaria a pagar €20 por cada burro e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente caçar.
De seguida, os burros foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para €25 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.
O homem então anunciou que agora compraria cada burro por €50 ! Entretanto, como iria à cidade, deixaria o seu assistente a cuidar da compra dos burros.
Na ausência do homem, o seu assistente disse aos aldeões:
"Estão a ver todos estes burros que o homem vos comprou ? Eu posso vendê-los por €35 a vós e quando o homem voltar da cidade, podem vender-lhos por €50 cada."
Os aldeões, espertos, pegaram em todas as suas economias e compraram todos os burros ao assistente.
Eles nunca mais viram o homem ou o seu assistente, somente burros por todos os lados.

“Pessoas como nós, que acreditam na física, sabem que a distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente”
Albert Einstein and James Prescott Joule
Não sei quem terá dito que “os últimos acontecimentos no mundo da finança terão como virtude fazer com que não se volte a encarar o mundo com a mesma leviandade”. 


O meu amigo Varandas enviou-me a fotografia que pontua este post.
Habituamo-nos a ver as exigências de manifestantes seja por melhores salários, contra esta ou aquela politica social.
Não esperávamos, definitivamente, ver manifestações onde se reclama a diminuição das taxas de juro.
É um lugar-comum dizer que temos que pagar “a crise” para acabar com a crise caso contrário acabará ela connosco.
É certo que tivemos e temos um problema com as entidades reguladoras.
Entidades dirigidas por indivíduos escolhidos, não se sabe com que critério, por outros que saltam dos partidos para o governo do governo para as entidades reguladoras e destas para as empresas.
Se este não for o trajecto o que é certo é que a promiscuidade pontua entre a política e a alta finança.
Apercebemo-nos no caso BCP, por exemplo, do que não funcionou e do que funcionou.
Por um lado não funcionou a entidade tutelar ou seja o Banco de Portugal.
Ouvimos as declarações patéticas proferidas pela esfíngica figura que é o Governador do Banco de Portugal e apercebemo-nos como é que a CMVM foi “ludibriada” durante anos por banqueiros obrigados a disponibilizar toda a informação financeira sobre os negócios do banco.
Se nada disto funcionou quando estavam em causa factos susceptíveis de serem puníveis à luz do Direito Penal como é que poderia funcionar a regulamentação de mercado dentro de um sector que à partida é aceite como o mais regulado e que até se diz auto regular?
Não funcionou, por isso mesmo, porque se presumia que funcionava!
Porque se confiou na boa fé dos banqueiros e instituições!
Reguladores, investidores e políticos foram ingénuos ao ponto de confiar que todas as informações, sobre os produtos financeiros, eram disponibilizadas quando na verdade, sabemos agora, era praticamente impossível descortinar qual a origem de muitos produtos financeiros, agora apelidados de tóxicos.
Bom! Reportando-me apenas aos nossos reguladores pergunto: - porque “carga de água” é que se continua a confiar em indivíduos que apesar de terem conhecimento que o BCP vendia acções do banco a crédito só actuaram, multando o banco, quando se “viram apertados”.
Actaram oito anos após o banco iniciar tais práticas conhecidas de todos.
Quantos pais de família aliciados, por gerentes de balcão, não “investiram” com recurso a crédito proporcionado pelo próprio banco?
E não venham dizer que o BCP simplesmente ocultou informação.
Por não se compreender a atitude acrítica, da entidade reguladora, perante as informações obtidas é que compreende a atitude do BCP baseada no ditado popular “todos os burros comem palha, a questão é saber dar-lha.”
Se as autoridades dos diferentes estados foram incapazes de controlar, através da regulação, os seus mercados não é de estranhar a sua impotência para regular, controlar e estabilizar um mercado financeiro global onde, como se viu, a dissimulação impera.
Por isso preparemo-nos para pagar a crise. Esta é, para já, a única verdade inelutável que decorre da crise financeira mundial

Como o sonho se tornou pesadelo.
Da loucura do crédito fácil à depressão nervosa que leva famílias americanas a abandonarem, literalmente, a sua vida como podemos ver aqui via andrewsullivan .
Os novos sem abrigo
Ainda vamos ver o amigo Hugo mandar o Sócrates pró c ….