
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Escreveu-se exageradamente,não vai muito tempo, que era uma perda para o humor se Santana Lopes abalasse da política.
Como ficou provado a personagem Sócrates rapidamente fez esquecer Santana.
Como ficou provado a personagem Sócrates rapidamente fez esquecer Santana.
Mas não se julgue que é apenas a personagem de Sócrates que faz as delícias dos comentadores, cronistas ou humoristas, são também determinadas personagens quando, como Santos Silva ou Miguel de Sousa Tavares por exemplo, saem a terreiro para lhe tomarem as dores.
Não há nada melhor que uma querela por causa de Sócrates como se pode ver:
Essa coisa tão simples: liberdade
Não há nada melhor que uma querela por causa de Sócrates como se pode ver:
Essa coisa tão simples: liberdade
(…)Há um tipo - que tem o mesmo apelido que eu e que escreve semanalmente no "DN", onde se especializou na ofensa fácil - que escreveu que Sócrates falar de moral é o mesmo que Cicciolina falar de virtude, ou coisa que o valha. O cidadão José Sócrates, sentindo-se ofendido (como qualquer um de nós se sentiria), põe um processo ao ofensor. Tem esse direito? Não: é o primeiro-ministro a intimidar um 'jornalista'. E o 'jornalista' vira mártir da liberdade de imprensa na praça pública. Fala-se em "ameaças intoleráveis", da liberdade em risco, da heróica e antiquíssima luta da imprensa contra o poder, do "jornalismo de investigação" contra as pressões políticas.
Liberdade? De imprensa? Ora, vão pastar caracóis para o Sara! Eles sabem lá o que é a liberdade! Sabem lá o que isso custa a ganhar!
Venha o 25 de Abril, sempre! Mas, por favor, não o comemorem nem o invoquem mais, antes que isto vire fantochada!
Miguel Sousa Tavares, in expresso
Para o Miguel Sousa Tavares, com amor
Miguel Sousa Tavares descobriu no íntimo de si a inocência de José Sócrates e há 15 dias resolveu partilhá-la connosco num artigo do Expresso (…) À medida que se envelhece pregar contra a "libertinagem" torna-se uma tentação irresistível. (…)MST parece o Mário Soares do jornalismo: popular, voluntarista e opinativo, mas sem qualquer paciência para estudar os dossiês. "Ou coisa que o valha"? Caro MST: o que eu realmente escrevi está por toda a net (digite "google.pt", preencha a caixinha branca e carregue no enter) e já me fartei de explicar que a pobre Cicciolina nem sequer consta da queixa. Se for com este rigor que perscruta o seu íntimo, temo pela inocência de José Sócrates.
Ao invés, se fizesse o trabalho de casa, certamente perceberia que entre si e aqui o tipo especialista "em ofensa fácil" não há assim tantas diferenças sobre o entendimento do caso Freeport, tirando a parte das suas "convicções pessoais". Mas sabe como é: eu não conheço o primeiro-ministro, janto poucas vezes fora de casa e não tenho companheiros de caça. Parecendo que não, isso ajuda a não ter tantas "convicções pessoais". E quanto a ir pastar caracóis para o Sara, seria um óptimo programa não fosse correr o risco de dar de caras consigo numa daquelas expedições pelo deserto. Por mais estranho que lhe possa parecer, nós dois juntos numa duna não é um dos sonhos da minha vida.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
BOAVISTA
Escreve aqui Carlos Furtado que “…António Reis, o conhecido adepto Boavisteiro, se lamentava do estado do Boavista e acusava a gestão de João Loureiro. Mas parece que mais ninguém o faz publicamente. Cortinas de fumo como de costume”.
A verdade é que todos, por acção ou omissão, têm culpa. Por medo? Acredito que sim! Como é público apenas quatro Boavisteiros, estes com “B” grande, denunciaram judicialmente os dislates de sucessivas direcções quer da SAD quer do Clube.
A coragem destes homens resultam do facto de não serem boavisteiros apenas para se sentarem na tribuna, jantarem ou viajarem à custa do dito, agora na "falência".
A verdade é que todos, por acção ou omissão, têm culpa. Por medo? Acredito que sim! Como é público apenas quatro Boavisteiros, estes com “B” grande, denunciaram judicialmente os dislates de sucessivas direcções quer da SAD quer do Clube.
A coragem destes homens resultam do facto de não serem boavisteiros apenas para se sentarem na tribuna, jantarem ou viajarem à custa do dito, agora na "falência".
L’état c’est moi
Ou como eles não têm a noção do ridículo!
Pais de alunos dão autorização para a recolha de imagens de seus filhos julgando ser um trabalho do Ministério da Educação, agora verificam que essas imagens foram utilizadas pelo PS. (Via 31 da Armada)
Ou como eles não têm a noção do ridículo!
Pais de alunos dão autorização para a recolha de imagens de seus filhos julgando ser um trabalho do Ministério da Educação, agora verificam que essas imagens foram utilizadas pelo PS. (Via 31 da Armada)
sábado, 25 de abril de 2009
Porque hoje é Abril nada como malhar na direita
A propósito do alarmante aumento do desemprego, Paulo Portas conseguiu fazer o pleno, aproveitando a perda de postos de trabalho para exigir a alteração das “permissivas” leis da imigração e para associar a presença de imigrantes ao aumento da criminalidade e violência. Nada como uma boa crise para vir ao de cima o discurso da velha direita trauliteira e xenófoba. (via ARRASTÃO)
A propósito do alarmante aumento do desemprego, Paulo Portas conseguiu fazer o pleno, aproveitando a perda de postos de trabalho para exigir a alteração das “permissivas” leis da imigração e para associar a presença de imigrantes ao aumento da criminalidade e violência. Nada como uma boa crise para vir ao de cima o discurso da velha direita trauliteira e xenófoba. (via ARRASTÃO)
Só porque hoje é Abril atentemos no que disse O secretário-geral do Gabinete Coordenador de Segurança, Leonel Carvalho:
O secretário-geral do Gabinete Coordenador de Segurança, Leonel Carvalho, considera que o aumento da criminalidade violenta registado nos últimos meses no país deve-se a “estrangeiros que percentualmente começaram a aparecer” no país, defendendo que a actual legislação deve ser adaptada para controlar a situação.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Em três ocasiões, esta semana, fiquei chocado com a violência.
A primeira foi na quarta feira passada quando o meu filho Francisco me relatou chocado, como uma colega de escola, ficou desfigurada após ter sido espancada violentamente por outras duas adolescentes a poucos metros do liceu onde estuda e numa das artérias mais movimentadas da cidade do Porto, a Avenida da Boavista.
A segunda foi ontem quando percebi que o meu filho Francisco tinha sido assaltado por quatro jovens adolescentes, da sua idade, enquanto se dirigia para a escola.
A primeira foi na quarta feira passada quando o meu filho Francisco me relatou chocado, como uma colega de escola, ficou desfigurada após ter sido espancada violentamente por outras duas adolescentes a poucos metros do liceu onde estuda e numa das artérias mais movimentadas da cidade do Porto, a Avenida da Boavista.
A segunda foi ontem quando percebi que o meu filho Francisco tinha sido assaltado por quatro jovens adolescentes, da sua idade, enquanto se dirigia para a escola.
Numa das mais movimentadas artérias da cidade do Porto, a Av. Marechal Gomes da Costa, um ficou, num ápice, desapossado do telemóvel e de um ipod.
Fiquei chocado, pela terceira vez esta semana, depois de visionar este filme
Fiquei chocado, pela terceira vez esta semana, depois de visionar este filme
filme chocante para os mais sensíveis
A mensagem que o acompanhava dizia simplesmente que as agressões foram gravadas por uma câmara de vigilância efectuadas junto ao Centro Comercial Stop na Rua do Heroísmo no Porto perante a passividade de quem assistiu.
Não sei se tais agressões foram perpetradas no local indicado o que sei é que, se a violência entre os adolescentes e jovens se destaca pela hostilidade exagerada, é necessário que a sociedade se destaque respondendo energicamente a tais condutas.
A resposta a dar a tal violência não pode passar pela admoestação ou a simples suspensão na execução das penas é necessário encontrar meios que demonstrem a todos os jovens delinquentes, ou não, que tais condutas são comportamentos intolerados em sociedade.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Resolução da Assembleia da República n.º 21/2009
Aprova o regime de presenças e faltas ao Plenário
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5
do artigo 166.º da Constituição, o seguinte:
1 — As presenças nas reuniões plenárias são verificadas a partir do registo de início de sessão efectuado pessoalmente por cada Deputado, no respectivo computador no
hemiciclo.
Aprova o regime de presenças e faltas ao Plenário
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5
do artigo 166.º da Constituição, o seguinte:
1 — As presenças nas reuniões plenárias são verificadas a partir do registo de início de sessão efectuado pessoalmente por cada Deputado, no respectivo computador no
hemiciclo.
2 — Os serviços registam oficiosamente na base de dados que faz a gestão das presenças, a partir dos elementos de informação na sua posse, os Deputados que, por se encontrarem em missão parlamentar, não comparecerem à reunião.
3 — Aos Deputados que não se registem durante a reunião ou não se encontrem em missão parlamentar é marcada falta.
4 — Os procedimentos referidos nos números anteriores reportam -se a cada reunião, podendo esta repartir -se por vários períodos num só dia.
5 — Para efeitos da eventual aplicação de sanções, apenas releva uma falta em cada dia, prevalecendo a referente às reuniões plenárias, no dia em que estas tenham
lugar.
6 — Os Deputados têm o direito de apresentar justificação para as faltas, nos termos estabelecidos no respectivo Estatuto e no Regimento, observando as respectivas
exigências de fundamentação.
7 — A palavra do Deputado faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais. Quando for invocado o motivo de doença, poderá, porém, ser exigido atestado médico caso a situação se prolongue por mais de uma semana. (ver documento)
Manuel Varandas via mail
terça-feira, 21 de abril de 2009
Lendo os outros
Quando Bill Clinton chegou à Casa Branca, não imaginou o que Bush pai lhe deixara: invadir a Somália e eliminar os radicais islâmicos. Após a tomada de posse, Mogadishu iria tornar-se num dos maiores traumas de guerra norte-americanos e a Somália um local maldito para qualquer Administração. Mas vai ter que o deixar de ser, e não apenas para Washington. A pirataria na costa da Somália e no Golfo de Áden é a última maravilha dos radicais islâmicos continuar a ler
Bernardo Pires de Lima in União de facto
Bernardo Pires de Lima in União de facto
domingo, 19 de abril de 2009
Comemorações da defesa da ponte II




fotos by ASA e Maria da Luz
Em 1984 as comemorações dos 175 anos da defesa da ponte foram plasticamente brutais, como demonstra esta bela imagem do Artur Matias Magalhães roubada aqui.
A reconstituição do momento histórico com incêndio da vila e a encenação do desespero e angústia do povo ficou na memória de todos.
Pelo contrário a representação escolhida para as comemorações dos 200 da defesa da ponte não passou de uma tentativa.
Se os franceses eram mesmo franceses já os ingleses falavam espanhol!
Se as armas disparavam e faziam barulho, muito barulho… já as manobras militares foram uma maçada.
Não é pelo barulho mas prefiro bombos a bombardas.
Comemorações da defesa da ponte I
Quem fez a «heróica», a «gloriosa», a «inesquecível» revolução que libertou Portugal da «garra do tirano» francês? A resposta é simples: povo. Como depois disse Acúrsio das Neves, há muito que por toda a parte o povo «estava sempre pronto» e foi da sua «vontade geral» constantemente mais clara, precisa e ameaçadora que «a revolução brotou como por si mesma». É certo que a autoridades locais, quando tiveram escolha, preferiram sistematicamente impedi-la a auxiliá-la. Só que, como sublinhava José Acúrsio das Neves, ela «tinha de romper na primeira aberta que achasse, independentemente de chefes e de planos».
(Vasco Pulido Valente in ir pró maneta – a revolta contra os franceses -1808)
(Vasco Pulido Valente in ir pró maneta – a revolta contra os franceses -1808)
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Sigilo bancário, legislação___________aqui
O populismo de esquerda, com a ânsia em fazer número com o levantamento do sigilo bancário não se preparou, bastava estudar um pouco para não cometerem erros.
Mas como acontece com a lei do divórcio a esquerda pode sempre remendar e assim ajeitar o tiro.
Em cada residência uma Offshore
Colocar o dinheiro no banco é uma maçada.
Os custos com comissões de manutenção são consideráveis.
Os depósitos à ordem são uma fonte de custos.
O risco de sermos espoliados ou roubados num qualquer banco é quase o mesmo que na nossa residência. A diferença está na melhor ou pior dissimulação que se faça do cofre utilizado.
Roubados por roubados mais vale ser roubado por desconhecidos, a nossa consciência ficará mais descansada se pensarmos que fomos roubados por quem precisava.
Agora, com viabilização e aprovação do levantamento do sigilo bancário, aqueles que tinham vergonha em guardar o dinheiro debaixo do colchão tiveram uma ajuda do Bloco de Esquerda do P.S e do Governo no ultrapassar desse pudor.
Colocar o dinheiro no banco é uma maçada.
Os custos com comissões de manutenção são consideráveis.
Os depósitos à ordem são uma fonte de custos.
O risco de sermos espoliados ou roubados num qualquer banco é quase o mesmo que na nossa residência. A diferença está na melhor ou pior dissimulação que se faça do cofre utilizado.
Roubados por roubados mais vale ser roubado por desconhecidos, a nossa consciência ficará mais descansada se pensarmos que fomos roubados por quem precisava.
Agora, com viabilização e aprovação do levantamento do sigilo bancário, aqueles que tinham vergonha em guardar o dinheiro debaixo do colchão tiveram uma ajuda do Bloco de Esquerda do P.S e do Governo no ultrapassar desse pudor.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Autarquicas/Matosinhos: Guilherme Pinto quer clarificar legislação sobre colocação de estruturas de propaganda
Porto, 08 Abr (Lusa) - O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, anunciou hoje que vai solicitar aos "órgãos competentes" uma clarificação da legislação em relação à colocação de estruturas de propaganda eleitoral. (via Expresso)
Porto, 08 Abr (Lusa) - O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, anunciou hoje que vai solicitar aos "órgãos competentes" uma clarificação da legislação em relação à colocação de estruturas de propaganda eleitoral. (via Expresso)
Não sei se Guilherme Pinto (Presidente da Câmara de Matosinhos) é ou não licenciado em Direito no entanto, pelo menos, deveria saber perguntar.
Bastaria colocar a questão ao gabinete jurídico da Câmara Municipal a que preside para saber que a definição de obras de construção civil resulta da Lei não de uma interpretação subjectiva.
Se souber ler encontra a definição de obra de construção no Decreto-Lei n.º 555/99 de 16 de Dezembro, o qual define no seu art. 2.º b) como sendo “ as obras de criação de novas edificações” sendo que edificação define-se pela “a actividade ou o resultado da construção, reconstrução, ampliação, alteração ou conservação de um imóvel destinado a utilização humana, bem como de qualquer outra construção que se incorpore no solo com carácter de permanência”
Este diploma legal enumera, no seu art. 4.º, s as operações urbanísticas que dependem de autorização administrativa, ou seja, de licença, para a sua realização.
Alias o art.5º da Lei n.º 97/88 de 17 de Agosto remete para Decreto-Lei n.º 555/99 de 16 de Dezembro a indicação dos casos em que a publicidade ou propaganda exige a emissão de licença.
Concluindo a lei, como se viu, define exactamente o que são operações de construção civil e quais os casos em que para a realizações dessas operações dependem da obtenção de licença.
Ora segundo a lei o Presidente da Câmara só podem decidir remover meios amovíveis de propaganda quando, estes, comprovadamente afectem a segurança das pessoas ou dos bens.
E mesmo nestes casos só quando exista um perigo eminente. Circunstancias em que é compreensível o afastamento de todo o formalismo legal tendente á sua remoção.
Claro que se pretender ser “terrorista” anti democrata ou uma coisa parecida pode sempre dizer que os juristas da câmara são fraquitos, não se pode confiar neles pelo que, a bem de um justo combate politico, nada melhor que pedir um parecer à Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Bastaria colocar a questão ao gabinete jurídico da Câmara Municipal a que preside para saber que a definição de obras de construção civil resulta da Lei não de uma interpretação subjectiva.
Se souber ler encontra a definição de obra de construção no Decreto-Lei n.º 555/99 de 16 de Dezembro, o qual define no seu art. 2.º b) como sendo “ as obras de criação de novas edificações” sendo que edificação define-se pela “a actividade ou o resultado da construção, reconstrução, ampliação, alteração ou conservação de um imóvel destinado a utilização humana, bem como de qualquer outra construção que se incorpore no solo com carácter de permanência”
Este diploma legal enumera, no seu art. 4.º, s as operações urbanísticas que dependem de autorização administrativa, ou seja, de licença, para a sua realização.
Alias o art.5º da Lei n.º 97/88 de 17 de Agosto remete para Decreto-Lei n.º 555/99 de 16 de Dezembro a indicação dos casos em que a publicidade ou propaganda exige a emissão de licença.
Concluindo a lei, como se viu, define exactamente o que são operações de construção civil e quais os casos em que para a realizações dessas operações dependem da obtenção de licença.
Ora segundo a lei o Presidente da Câmara só podem decidir remover meios amovíveis de propaganda quando, estes, comprovadamente afectem a segurança das pessoas ou dos bens.
E mesmo nestes casos só quando exista um perigo eminente. Circunstancias em que é compreensível o afastamento de todo o formalismo legal tendente á sua remoção.
Claro que se pretender ser “terrorista” anti democrata ou uma coisa parecida pode sempre dizer que os juristas da câmara são fraquitos, não se pode confiar neles pelo que, a bem de um justo combate politico, nada melhor que pedir um parecer à Comissão Nacional de Eleições (CNE).
sábado, 4 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Por pouco não ficou provado que o arbitro Augusto Duarte visitou a casa de Pinto da Costa em véspera de Jogo que o próprio arbitrou.
Segundo a sentença, o árbitro Augusto Duarte e o empresário António Araújo visitaram a casa de Pinto da Costa, em vésperas do jogo Beira-Mar/ FC Porto (via Público)
Segundo a sentença, o árbitro Augusto Duarte e o empresário António Araújo visitaram a casa de Pinto da Costa, em vésperas do jogo Beira-Mar/ FC Porto (via Público)
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