Acabei de ouvir, na SIC Noticias, o Eng. Ângelo Correia falar sobre a incapacidade do Estado em controlar a fuga, para o estrangeiro, dos cérebros portugueses. Eu já alguns anos que deixei de ter ilusões em poder manter os meus filhos perto de mim após os 17 anos, pelo simples facto de ter comprendido que Estado não criou as condições para que eles possam ter uma formação adequada. Inevitavelmente terão de emigrar, mais cedo ou mais tarde, para poderem concluir a sua formação, aliás como a Bióloga Inês, minha colega de blogue.
O Estado demitiu-se, há já muitos anos, de promover a educação dos seus jovens.
O Estado demitiu-se, há já muitos anos, de promover a educação dos seus jovens.
Demitiu-se desde logo quando promoveu a criação de Universidades e licenciaturas duvidosas, que teve como único resultado a atribuição de graus académicos a que não estava preparado. Naquele tempo tanto se democratizou o ensino como a impreparação.
O estado ficou satisfeito! Ficaram igualmente satisfeitos os pais de uma horda de licenciados que nunca exerceram ou exercerão a licenciatura, quer por impreparação técnica, quer porque o mercado, simplesmente, não tem capacidade para os absorver.
O Estado português, através dos políticos eleitos, preferiu gastar (torrar) o nosso dinheiro em obras de regime, como o CCB a EXPO e agora o aeroporto internacional, a gastar, como fez a Irlanda, na formação de técnicos altamente qualificados.
Isto porque os políticos na sua grande maioria são, também eles, altamente inqualificados.
Mas que expectativas poderemos ter com a “turma” de políticos que temos?
O Estado português, através dos políticos eleitos, preferiu gastar (torrar) o nosso dinheiro em obras de regime, como o CCB a EXPO e agora o aeroporto internacional, a gastar, como fez a Irlanda, na formação de técnicos altamente qualificados.
Isto porque os políticos na sua grande maioria são, também eles, altamente inqualificados.
Mas que expectativas poderemos ter com a “turma” de políticos que temos?
Infelizmente Nenhuma!
Só nos resta esperar por um milagre, como não acredito em milagres prefiro ter esperança nos portugueses, qualificados, de torna viagem.
Só nos resta esperar por um milagre, como não acredito em milagres prefiro ter esperança nos portugueses, qualificados, de torna viagem.