sábado, 31 de março de 2007
Red Russian Army Choir & Leningrad Cowboys
Intitulam-se a pior banda de rock’n roll do mundo, são no entanto um divertido grupo de rock Finlandês
“Impulso irresistível de controlar”
O Expresso vai dizendo que há uma tendência, por parte de todos os governos, em condicionar os «média».
O artigo do Expresso começa por dizer que o governo actual não é diferente dos anteriores mas sempre vai esclarecendo que o actual é mais sofisticado, profissional e calculista no modo como gere e condiciona a informação.
Assim se percebe o estado de graça do governo e o alcance da expressão “se fosse no tempo de Santana Lopes…!”.
Não esqueçamos o escrito de opinião de Eduardo Cintra Torres, no Público, com o título " saneamento politico" que zurzia sobre o controlo que o governo de Santana Lopes demonstrava exercer sobre os meios de informação.
Eduardo Cintra Torres qualificava o governo, de Santana, como o “mais brutal e perigoso que a democracia portuguesa conhece desde há quase 30 anos”.
Que dirá, hoje, Cintra Torres dos “ jornalistas corruptos ou sem coluna vertebral” .
Será que não é da opinião que estamos numa época onde as pressões são mais sofisticadas e subtis?
sexta-feira, 30 de março de 2007
Bons rapazes!
“Havia nomes de código prescritos: em vez de “matar”, dizia-se “solução final”, “evacuação” (Aussiedlung), ou “tratamento especial” (Sonderbehandlung). A “deportação” dava pelo nome de “realojamento” (Umsiedlung), ou ainda “trabalho no Leste” (Arbeitseinsatz im Osten), excepto quando se referia aos judeus privilegiados enviados para Theresienstadt, o “gueto dos velhos”, caso em que se tratava de uma “mudança de residência”.(…) Sejam quais foram as razões que levaram à adopção de uma linguagem codificada, a verdade é que tais regras contribuíram largamente para a manutenção de ordem e do equilíbrio mental nos muitos e diversificados serviços cuja colaboração era imprescindível. A própria expressão “regra de linguagem” (Sprachregelung) era, em si mesma, um nome de código; em linguagem corrente, chamar-se-ia a isto uma mentira”
(in Eichemann em Jerusalém, Hannah Arendt)

quarta-feira, 28 de março de 2007
terça-feira, 27 de março de 2007
Cuidado com as habilitações

Ainda em Março de 2006 o reitor, Luiz Arouca, comunicou à Ordem dos Advogados que a sua assinatura, inserta em documentos que atestariam o grau de licenciatura daquele, teria sido falsificada.
Também o chefe da secretaria da Universidade Independente garante que a assinatura aposta no certificado de habilitações de Amadeu Lima Carvalho não é sua.
Em 8 de Março último o “Blog da Bola”, além de recordar toda a história, chama a atenção para o facto de Amadeu Lima de Carvalho ter cobrado uma comissão de 4% no realizado negócio da venda do património imobiliário do Sporting, no valor de 50 milhões de euros, onde o bastonário da Ordem dos Advogados é presidente da Assembleia-geral.
É imperioso que o bastonário da ordem dos advogado, que é seguramente uma pessoa impoluta, venha esclarecer todo este imbróglio e ainda se o detentor desta cédula (clique aqui) preenche as condições exigidas para exercer tão nobre profissão.
sábado, 24 de março de 2007
sexta-feira, 23 de março de 2007

Não se exige ao Primeiro Ministro que seja doutor ou engenheiro exige-se que, entre outros atributos, seja sério e honesto. A disposição para o esclarecimento está contida nesses dois adjectivos.
quinta-feira, 22 de março de 2007
A blogosfera dá cartas!

Refere o “Público” que “procurou esclarecer o currículo do primeiro-ministro” por causa das referências múltiplas, na blogosfera, sobre a licenciatura de José Sócrates.
Conforme verificam não muito longe deste artigo está um outro, artigo exposto, no qual se chama atenção para uma notícia publicada no jornal “O Crime”.
Sabe-se que esta investigação partiu do blog “ Do Portugal Profundo” que já em 2005 provava as falhas na licenciatura, da personalidade, que hoje ocupa o lugar de Primeiro Ministro.
Apesar do ruído ser ensurdecedor, apenas um jornalista de referência, Marinho Neves não um jornal, teve a coragem de denunciar o problema.
O “Público” não fez mais que parasitar o trabalho realizado por outros, mas ao fazê-lo tinha a obrigação de referir qual a “literatura” consultada.
A investigação jornalística, que está defunta, renascerá com toda a certeza na blogosfera, os sinais já aqui estão um bom exemplo é o Blog da Bola que, sem medo e sem manipulações, investiga e informa sobre futebol.
terça-feira, 20 de março de 2007
Tenham vergonha!
domingo, 18 de março de 2007
Húmido
Ninguém desmente?
sábado, 17 de março de 2007
O Major Valentim Loureiro surpreende-nos, seja em roupão ou de fato e gravata.

Agora, quase dois anos após aquelas declarações, o eterno Major delicia-nos com o apelo que faz quando diz querer “ ser julgado publicamente" pela simples razão de que ter percebido que os tribunais não o levam a sério.
Sr. Major… nós levámo-lo a sério! Portugal já entendeu que o senhor pretendia não ir a julgamento. Pretendia que o Juiz de Instrução não o pronunciasse pelos crimes de que é acusado.
Mas o Juiz de Instrução criminal só não o pronunciaria caso entendesse que estava perante elementos de prova que não seriam sustentáveis em julgamento.
O Juiz de Gondomar entendeu exactamente o contrário, ou seja, que existem indícios suficientes da prática daqueles crimes.
Sabemos que disse não gostar que o processo ” Apito dourado” fosse arquivado por questões processuais, apesar de o dizer não sentiu o que disse, pois foram questões processuais, como a nulidade das escutas e a inconstitucionalidade da lei de autorização legislativa, que falaram mais alto na fundamentação da Instrução.
Os argumentos, da abertura de instrução, de que as escutas telefónicas foram recolhidas irregularmente ou que a lei que pune determinados tipos de factos ilícitos não pode ser aplicada porque está ferida de inconstitucionalidade, não joga com aquelas declarações.
Assim seja!
Para já a “vontade ”, que o Sr. Major exterioriza, está a ser satisfeita. O Juiz de Instrução ao mandar o processo para julgamento possibilita, por um lado, ao Sr. Major demonstrar que não praticou nenhum dos 27 crimes de que é acusado e, por outro, demonstrar que procurador Carlos Teixeira "pegou em algumas conversas e depois inventou o resto”.
No final do julgamento, caso seja condenado, poderá recorrer da sentença com base na inconstitucionalidade da lei que autorizou o governo a legislar sobre a corrupção desportiva.
Mediaticamente a “coisa” promete, com ou sem roupão.
quarta-feira, 14 de março de 2007


Efeito Apito Dourado
O PODER ESTÁ A MUDAR
O poder do futebol está a mudar. Todos nos lembramos dos momentos que antecediam os grandes jogos com o FC Porto, tanto com o Benfica, como com o Sporting. Pinto da Costa tinha o condão de na véspera destes jogos, criar um verdadeiro clima de “guerra” do qual saía quase sempre por cima.
Os tempos mudaram e o poder também. O clima é tranquilo e as posições inverteram-se. Em vésperas do grande jogo com o Sporting, Pinto da Costa foi chamado à Policia Judiciária e constituído arguido, acusado de ser o mandante, no caso da agressão do dirigente socialista, Ricardo Bexiga. Pinto da Costa ficou em silêncio, tal como acontece desde há algumas semanas. O Pinto perdeu o pio.
Enquanto tudo isto acontece, do outro lado da barricada, Filipe Soares Franco, presidente do Sporting, foi à SIC Notícias colocar os “pontos nos is”, esclarecendo alguns pontos dúbios que ultimamente têm afectado a política leonina. Filipe Soares Franco limpou a barra, como dizem os brasileiros e Pinto da Costa foi “entalado”.
O clima é favorável ao Sporting, principalmente porque a oposição no seio do FC Porto, começa a ser conhecida. A presença da nova namorada de Pinto da Costa, Lisa, em dias de jogos, em zona VIP, tem tido o efeito de agravar ainda mais o mal estar, principalmente porque ninguém sabe… para onde corre Pinto da Costa.
terça-feira, 13 de março de 2007



Fica provado que os amigos de uma investigação são os "bufos" e a sorte.
Está explicado porque é que muitos processos, em fase de investigação, são declarados especialmente complexos, assim podem "marinar" esperando o "bufo" ou simplesmente a sorte.






