quinta-feira, 30 de outubro de 2008

I.V.A




"Uma empresa que tenha negócios com o Estado. Se o Estado não pagar o que deve, "como é costume", a empresa terá na mesma que entregar o IVA ao Estado". (Paulo Portas via lusa)


O Governo quer passar a punir as empresas que falhem a entrega do IVA independentemente do pagamento das transacções por parte dos clientes. A medida está inscrita na proposta de Orçamento do Estado para 2009. (via RTP)


Manuela Ferreira Leite no seu magistério arranjava receitas extraordinárias com venda de património. O governo de Sócrates utiliza a coacção legítima e ilegítima para obter receitas! Pensar que o voto tudo legitima é o erro dos governos arrogantes.

Noticia, aqui, o Correio da Manhã, que Paula Amorim filha do multimilionário Américo Amorim, foi acusada em processo-crime conjuntamente com a ex-actual mulher de Pinto da Costa, Filomena Pinto da Costa.
Qualquer comentário ao facto destas duas senhoras terem praticado um crime fiscal tem o mesmo valor de comentário ao assalto a uma gasolineira.
Haverão diferenças, claro, a nível da coacção e ao montante furtado. Um assalto à caixa registadora é diferente de um assalto à Administração Fiscal.
O assaltante que leva € 500,00 e assusta, aquele que leva milhares não!
Estas senhoras, Paula Amorim e Filomena Pinto da Costa, não assustaram mas segundo a acusação obtiveram vantagens patrimoniais de € 511 000,00 e € 69 000,00 respectivamente.
Claro que “assaltar” uma bomba de gasolina não é “assaltar” a Administração Fiscal desde logo porque é mais lucrativo investir no segundo tipo de crime.
Dizia eu que não tem, qualquer dos crimes, valor de comentário.
Comentário merece sim o argumento de defesa na fuga ao fisco, pois o assalto às gasolineiras não tem defesa.
Os ilustres juristas que defendem Paula Amorim e Filomena Pinto da Costa argumentam que o acto praticado, pelas suas clientes, consubstancia-se em “evasão fiscal socialmente aceite” pelo que “normal era que o preço declarado fosse inferior ao real” e afiançam que “não pode vingar um processo-crime por fraude fiscal quando em casa estão tributos que eram objecto de uma generalizada rejeição social, por serem considerados injustos.”
Mais uma vez fica provado que a delinquência tem causas sociais profundas que devem ser atendidas no momento da pena.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

E:mail recebido hoje durante a tarde.



Boa tarde

Pausa para um cigarro e para questionar o seguinte :

- É mais importante questionar num blog se acha certo ou errado que o Administrador da Gebalis Francisco Ribeiro tenha gasto no ano passado cerca de 670 euros/mês em refeições ?

- Ou questionar se acha certo ou errado que um europeu, na faixa etária dos 20 aos 31 anos, se masturbe cerca de 3 vezes por semana ?

Abraço

M. Varandas
Entretanto na Islândia!
Diego Armando Maradona o jogador de excepção, o ícone, o junkie e o revolucionário é desde hoje o novo seleccionador Argentino.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Há gajos com sorte!

Video enviado por A. Varandas

Silva Lopes em entrevista ao Expresso


"Irrita-me que o dinheiro dos contribuintes tenha ido para a CGD, para esta meter no BCP a perder dinheiro"
Silva Lopes diz que é lamentável que o dinheiro dos contribuintes esteja a ser usado em aumentos de capital da Caixa, que depois servem para o banco estatal investir na compra de participações no capital do maior banco privado português. (via Expresso)

Irrita ao Prof. Silva Lopes e presumo que a todos os portugueses excepto aqueles que vivem á custa do estado e á custa dos bancos que passoua a sera mesma coisa.
Já não bastava saber que os bancos fogem ao fisco através de operações em offshore ou ouvir os baqueiros a anunciar, sem qualquer pudor, os astronómicos lucros bancários á custa, por exemplo, de arredondamentos miseráveis efectuados ilegalmente.
Agora vergonhosamente os bancos anunciam que pensam accionar a garantia de 20 mil milhões de euros disponibilizados pelo estado.

Não é que os bancos precisem, até têm excesso de liquidez, dizem.

Então porque é que a vão utilizar?

Simplesmente para manterem o seu lucrativo negócio, nada que tenha a haver com a estabilidade bancária.

Para o estado os bancos, ao contrário das outras instituições, têm que ser acarinhados.

Por isso, verificamos agora, que o estado contribui com essa garantia não para estabilizar o mercado financeiro mas para possibilitar que os bancos, com o seu aval, acedam aos empréstimos interbancários de médio e longo prazo e comprar dinheiro mais barato para financiar as suas actividades de crédito.
A final quem paga é o estado ou seja todos nós!

Por isso irrita.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

A tortura em si não é problema, o problema são as marcas!



“ – Mas que merda é esta? – diz Praxedes.- Mas alguém bateu naquela gaja?”- Pois, para todos os efeitos ficamos conhecidos como bandidos, rapazes - responde Leonel sorrindo.”
”- Mas pensem lá um bocadinho, caraças - intervém Cristóvão -, vocês repararam que os olhos não têm marcas de agressões, marcas abrasivas, de objectos, etc. ? O que ali estamos a ver é o sangue pisado da cabeça dela, quando embateu contra a parede nas escadas e que, por não a terem deixado deitada, começou a descer…- continua exemplificando com a mão sobre a cabeça e a descer. - No primeiro dia está aqui - apontando para o couro cabeludo -, no segundo dia está aqui - aponta para a testa -, no terceiro dia está aqui -aponta para os olhos -, depois vai descendo, caraças… agora tiraram as fotos propositadamente quando o aspecto é pior…”
(in “A estrela de Joana”)
Já aqui, em Setembro de 2007, escrevi sobre a acusação de tortura que são alvo inspectores da P.J.
Já transcrevi, volto a fazê-lo hoje, excertos do livro “A estrela de Joana” de Paulo Pereira Cristóvão também ele arguido no processo.
As ofensas corporais perpetradas por inspectores da PJ sobre arguidos não são desconhecidas dos profissionais do foro.
Quantos advogados não ouviram lamentos?
Quantos arguidos não se queixaram, aos seus advogados, por terem levado com a lista telefónica?
Não foi há muito tempo que conheci alguém que me contou ter levado “uma grande lambada” após de ter confessado voluntariamente um crime.
Porquê? Porque sim!
Quantos arguidos são ouvidos, leia-se massacrado, informalmente pelos inspectores PJ longe do olhar dos seus advogados.
A diferença entre centenas de casos e o caso da Leonor Cipriano são, tão só, as marcas.
A tortura em si não é problema, o problema são as marcas!
É por isso que um dos advogados, como podemos conferir aqui, questiona a veracidade das fotos ao mesmo tempo que garante que
“ ...é a polícia judiciária que está a ser julgada.”
Completamente perdidos!!! (as always....)

A. Varandas via E:mail

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sócretinices II




Já aqui disse que Amarante parou no tempo.
Aquela que era uma terra de arte e cultura uma vila turística passou abruptamente à condição de cidade do desencanto.

Esse desencanto reflecte-se nos dez minutos do vídeo.

Pretendendo contribuir para esclarecer, cabalmente, os leitores deste blogue acerca do funcionamento do mercado de acções o meu amigo Varandas enviou o seguinte E:mail


Uma vez, numa vilazinha do interior, apareceu um homem, apregoando aos aldeões que compraria burros por €10 cada. Os aldeões, sabendo que havia muitos burros na região, iniciaram a caça aos burros.

O homem comprou centenas de burros a €10 e então os aldeões diminuíram o seu esforço na caça.

Aí, o homem anunciou que agora passaria a pagar €20 por cada burro e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente caçar.

De seguida, os burros foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para €25 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.

O homem então anunciou que agora compraria cada burro por €50 ! Entretanto, como iria à cidade, deixaria o seu assistente a cuidar da compra dos burros.


Na ausência do homem, o seu assistente disse aos aldeões:


"Estão a ver todos estes burros que o homem vos comprou ? Eu posso vendê-los por €35 a vós e quando o homem voltar da cidade, podem vender-lhos por €50 cada."


Os aldeões, espertos, pegaram em todas as suas economias e compraram todos os burros ao assistente.

Eles nunca mais viram o homem ou o seu assistente, somente burros por todos os lados.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Uma vez mais o orçamento!

“Pessoas como nós, que acreditam na física, sabem que a distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente”


Albert Einstein and James Prescott Joule


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Diogo Feio crítica atraso na entrega do O.E

O que seria mais um, normal, “número” mediático do governo transformou-se num ridículo "número" de humor.

Não sei quem terá dito que “os últimos acontecimentos no mundo da finança terão como virtude fazer com que não se volte a encarar o mundo com a mesma leviandade”.
Não sei se tornará numa verdade! Não sei se bastou esta crise!
Uma coisa é certa a crise financeira vai servir, durante muito tempo, de pretexto para as mais variadas justificações, sejam elas politicas económicas ou financeiras.
Como disse um dia o Marquês de Vauvenargues, Luc de Clapiers, “O pretexto normal dos que fazem a infelicidade dos outros é de quererem o bem deles.”

segunda-feira, 13 de outubro de 2008






Reflexão, aliás oportuna, do meu amigo Varandas.

“O Estado começou a emprestar dinheiro aos bancos (estranho mesmo). Capitalism is dead, long live a new form of governance.
Antes de 2008, mais recentemente, e que me lembre, a partir de 1406 em Génova emprestavam dinheiro e tiravam contrapartidas.

Depois, começaram a confundir lucro com ganância, e o Estado foi enrabado (leia-se os particulares e as PME´s).

Julga que somos parvos !


1.º- O primeiro-ministro anunciou que em2009 vai constar uma descida de 25 para 12,5% no IRC nos primeiros 12500 euros de matéria colectável.

Como é bom de ver as empresas que têm dificuldades não vão ter qualquer ajuda.

Apenas serão ajudadas aquelas que dão lucro mas pouco, ou seja, as que não estão assim tão mal.


2.- Também anunciou que as famílias, do primeiro escalão, vão beneficiar em Setembro de 2009 de uma 13ª prestação, no abono de familia, que segundo o Sr. Eng. Sócrates se destina a apoiar as despesas escolares dos filhos.
O Primeiro ministro está á espera de contar com o voto dos mais de 780 mil beneficiários dessa medida, pois cirurgicamente esse 13.º de abono será pago pertinho das eleições.
Não importa se daqui até Setembro as famílias morreram de inanição.

Treasury Department has issued a new one dollar bill...

sábado, 11 de outubro de 2008

Porque é que havemos de pagar a crise?



O meu amigo Varandas enviou-me a fotografia que pontua este post.

Habituamo-nos a ver as exigências de manifestantes seja por melhores salários, contra esta ou aquela politica social.

Não esperávamos, definitivamente, ver manifestações onde se reclama a diminuição das taxas de juro.

É um lugar-comum dizer que temos que pagar “a crise” para acabar com a crise caso contrário acabará ela connosco.


É certo que tivemos e temos um problema com as entidades reguladoras.

Entidades dirigidas por indivíduos escolhidos, não se sabe com que critério, por outros que saltam dos partidos para o governo do governo para as entidades reguladoras e destas para as empresas.

Se este não for o trajecto o que é certo é que a promiscuidade pontua entre a política e a alta finança.

Apercebemo-nos no caso BCP, por exemplo, do que não funcionou e do que funcionou.

Por um lado não funcionou a entidade tutelar ou seja o Banco de Portugal.

Ouvimos as declarações patéticas proferidas pela esfíngica figura que é o Governador do Banco de Portugal e apercebemo-nos como é que a CMVM foi “ludibriada” durante anos por banqueiros obrigados a disponibilizar toda a informação financeira sobre os negócios do banco.

Se nada disto funcionou quando estavam em causa factos susceptíveis de serem puníveis à luz do Direito Penal como é que poderia funcionar a regulamentação de mercado dentro de um sector que à partida é aceite como o mais regulado e que até se diz auto regular?

Não funcionou, por isso mesmo, porque se presumia que funcionava!

Porque se confiou na boa fé dos banqueiros e instituições!

Reguladores, investidores e políticos foram ingénuos ao ponto de confiar que todas as informações, sobre os produtos financeiros, eram disponibilizadas quando na verdade, sabemos agora, era praticamente impossível descortinar qual a origem de muitos produtos financeiros, agora apelidados de tóxicos.


Bom! Reportando-me apenas aos nossos reguladores pergunto: - porque “carga de água” é que se continua a confiar em indivíduos que apesar de terem conhecimento que o BCP vendia acções do banco a crédito só actuaram, multando o banco, quando se “viram apertados”.

Actaram oito anos após o banco iniciar tais práticas conhecidas de todos.

Quantos pais de família aliciados, por gerentes de balcão, não “investiram” com recurso a crédito proporcionado pelo próprio banco?

E não venham dizer que o BCP simplesmente ocultou informação.

Por não se compreender a atitude acrítica, da entidade reguladora, perante as informações obtidas é que compreende a atitude do BCP baseada no ditado popular “todos os burros comem palha, a questão é saber dar-lha.”

Se as autoridades dos diferentes estados foram incapazes de controlar, através da regulação, os seus mercados não é de estranhar a sua impotência para regular, controlar e estabilizar um mercado financeiro global onde, como se viu, a dissimulação impera.

Por isso preparemo-nos para pagar a crise. Esta é, para já, a única verdade inelutável que decorre da crise financeira mundial

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Purificação



Cristina Gonçalo via E:mail





O que tu queres sei eu !

O seu artigo 3.º estatui que as pessoas que vivem em “união de facto nas condições previstas na presente lei têm direito a:
a) Protecção da casa de morada de família, nos termos da presente lei;
b) Beneficiar de regime jurídico de férias, faltas, licenças e preferência na colocação dos funcionários da Administração Pública equiparado ao dos cônjuges, nos termos da presente lei;
c) Beneficiar de regime jurídico das férias, feriados e faltas, aplicado por efeito de contrato individual de trabalho, equiparado ao dos cônjuges, nos termos da lei;
d) Aplicação do regime do imposto de rendimento das pessoas singulares nas mesmas condições dos sujeitos passivos casados e não separados judicialmente de pessoas e bens;
e) Protecção na eventualidade de morte do beneficiário, pela aplicação do regime geral da segurança social e da lei;
f) Prestação por morte resultante de acidente de trabalho ou doença profissional, nos termos da lei;
g) Pensão de preço de sangue e por serviços excepcionais e relevantes prestados ao País, nos termos da lei.


Ora com excepção do período experimental, de dois anos, os casais homossexuais e não homossexuais que vivam em união de facto são equiparados aos casados.


Pergunto: - Esta confusão é por causa da boda?

Se esta confusão não for por causa da boda, há sempre a hipótese de alterar a Lei n.º 7/2001, de 11 de Maio e fazer aí incluir outros direitos... digo eu.
Assim não perdemos tempo com as palhaçadas dos que querem o casamento gay, dos que não querem...para já e dos que não o querem mas dizem... não lhes repugnar pensar no assunto.
Casamento gay chumbado (via Correio da Manhã)


O País perdeu uma grande oportunidade para mostrar, ao mundo, o seu grau civilizacional.
E as quintas, que realizam casamentos, oportunidade de negócio.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Estou a ouvir na SIC Noticias a Teresa Caeiro, do CDS/PP, a meter água sobre os voos da CIA.
Como exclamou Fernando Rosas “não percebe nada disto!”.

Representante da Esquerda Alegórica

Estou a ouvir na SIC Noticias o historiador e bloquista Fernando Rosas que, com uma lata descomunal, tenta desvirtuar a história recente.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Imprensa: ERC alega “erro de funcionário” para justificar deturpação em acta de inquérito (via Público)

Demorou mas por fim lá encontraram um bode expiatório!

Este é o tal documento, inenarrável, onde se conta que o Primeiro Ministro Sócrates disse a José Manuel Fernandes, director do Público, que:

- “ fiquei com uma boa relação com o seu accionista e vamos ver se isso não se altera”
Pode ver aqui carta desmentido do Eng. Sócrates enviada à ERC e aqui a versão de José Manuel Fernandes sobre o assunto.


Via zero de conduta

A Administração Fiscal detesta que os contribuintes recorram a tribunal para fazer valer direitos tão simples como obter uma sentença que declare que o contribuinte nada deve porque, por exemplo, o direito a reclamar a divida já prescreveu em 1999 ou porque o imposto não é devido.
Nestes casos a táctica da administração fiscal é afastar os contribuintes dos tribunais onde, normalmente vencem os ímpetos usurários e torpes da Administração Fiscal.
Sem qualquer pudor, apesar do contribuinte ter recorrido ao Tribunal Administrativo e Fiscal e ter “caucionado” a divida, a Administração Fiscal ameaça com a publicação do nome do contribuinte na lista de devedores.

Foi o que aconteceu a um empresário que após ter recorrido a tribunal, há mais de um ano, contestando uma divida exigida pela Administração Fiscal.
Perante essa ameaça esse contribuinte desistiu da acção.
Porquê?

A resposta é simples: Caso o seu nome fosse incluído na lista de devedores, para além da vergonha o prejuízo seria enorme para a sua empresa pois, com toda a certeza, veria bancos recusarem operações financeiras essenciais à sua actividade.

Diga-se em abono da verdade que a divida reclamada era de cerca € 60 000,00 e estava garantida por um imóvel de valor muito superior.


O chefe das finanças, qual amanuense, Exclamou: - São ordens!
A lucidez de Miguel Esteves Cardoso numa entrevista a Carlos Vaz Marques.


Aqui na TSF ________________________________________
Francamente, como é que é possível que o Presidente da “maior” (cada vez menos) Nação do mundo consegue dizer isto ????
Já agora, e para que se saiba, a dívida publica dos USA ultrapassa à data de 01/10 os 15 triliões de dólares !!!!
M. Varanda Via Email

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Para relembrar

"Ethics and equity and the principles of justice do not change with the calendar"

D. H. Lawrence (1885-1930), British Poet and Novelist
(October 4, 1582, it was the first day using of the Gregorian calendar)

A. Varandas via Email

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Agora, que Câmara dos Representantes aprovou o plano de saneamento do sistema financeiro americano, deixo aqui as causa e os efeitos do subprime.

Como o sonho se tornou pesadelo.



Da loucura do crédito fácil à depressão nervosa que leva famílias americanas a abandonarem, literalmente, a sua vida como podemos ver aqui via andrewsullivan .



Os novos sem abrigo

A crise hipotecária do subprime (clique)

Sarah Palin Disney Trailer

PROVÉRBIOS PORTUGUESES


"Magalhães, esfola gatos, mata cães". (clique)
Sócrates conseguiu vender um Classmate PC, da Americana Intel, ao amigo Hugo. Bastou chamar-lhe Magalhães.

Um vendedor de banha da cobra não faria melhor !



Não tenho porque desconfiar da palavra de Hugo Chaves!
Se Hugo Chaves afirma que José Sócrates lhe prometeu é porque efectivamente o fez.
Não quero ser “desmancha prazeres” mas não acredito que o Sócrates cumpra o prometido.


Ainda vamos ver o amigo Hugo mandar o Sócrates pró c ….

quarta-feira, 1 de outubro de 2008