
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Cuido que hoje, pela primeira vez, as várias figuras da Nação, presentes na abertura do ano judicial, estiveram atentos ao discurso do Bastonário da Ordem dos Advogados simplesmente porque, também pela primeira vez, o seu discurso não foi um documento carregado de lugares comuns.
Discurso do Bastonário na Abertura do Ano Judicial
29-01-2008 (clique para ler)

Cada vez mais me convenço que existe um gabinete de propaganda anti-Sócrates. Quando acedo à caixa de correio electrónico, constato que esse gabinete está cada vez mais activo uma vez que diariamente põem a circular, na net, mensagens com novas piadas sobre o nosso PM.
Aqui fica uma das recebidas hoje:
Aqui fica uma das recebidas hoje:
"Sócrates queria um selo com a sua foto para deixar para a posteridade o seu mandato no Governo deste país que está de tanga. Os selos são criados, impressos e vendidos. O nosso PM fica radiante! Mas em poucos dias ele fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.
O Primeiro-ministro convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto. Eles pesquisam as agências dos Correios de todo o país e relatam o problema."
O relatório diz:
"Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que o povo está a cuspir no lado errado."
O Primeiro-ministro convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto. Eles pesquisam as agências dos Correios de todo o país e relatam o problema."
O relatório diz:
"Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que o povo está a cuspir no lado errado."
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Pode-se gostar, ou não, do estilo do Sr. Bastonário da Ordem dos Advogados. Mas se é verdade que não se deve generalizar, não é menos verdade a urgência de debater, profundamente, a corrupção e o tráfico de influências no nosso país.
Nós, os portugueses, estamos habituados a ouvir que não é elegante, figuras de relevo público e político, discutir os assuntos como se estivessem no café.
João Cravinho, à sua maneira, já o fez e foi “silenciado” o Procurador Geral chamou atenção sobre a forma como as escutas eram conseguidas e criticou aqueles a quem apelidou de “virgens ofendidas”.
Se bem nos recordamos as críticas, feitas à data, foram iguais às que são feitas, hoje, a António Marinho assim como foram as formas de reacção dos líderes de opinião e dos políticos. Exactamente as mesmas!
A legislação que João Cravinho pretendia ver aprovada foi deixada cair, quanto ao Procurador disse-se muito simplesmente:-“coitado… falou daquela maneira porque era a única forma de poder ser ouvido”.
O Bastonário não pode ser um delator, ao contrário do que disse o Presidente do Conselho Superior de Deontologia da Ordem dos Advogados, não deve indicar este ou aquele cidadão como corrupto para isso temos os M.P.
Por isso compreendo a forma como a discussão foi provocada assim como compreendo que, em certos momentos, é legitimo gritar bem alto fdp…
Nós, os portugueses, estamos habituados a ouvir que não é elegante, figuras de relevo público e político, discutir os assuntos como se estivessem no café.
João Cravinho, à sua maneira, já o fez e foi “silenciado” o Procurador Geral chamou atenção sobre a forma como as escutas eram conseguidas e criticou aqueles a quem apelidou de “virgens ofendidas”.
Se bem nos recordamos as críticas, feitas à data, foram iguais às que são feitas, hoje, a António Marinho assim como foram as formas de reacção dos líderes de opinião e dos políticos. Exactamente as mesmas!
A legislação que João Cravinho pretendia ver aprovada foi deixada cair, quanto ao Procurador disse-se muito simplesmente:-“coitado… falou daquela maneira porque era a única forma de poder ser ouvido”.
O Bastonário não pode ser um delator, ao contrário do que disse o Presidente do Conselho Superior de Deontologia da Ordem dos Advogados, não deve indicar este ou aquele cidadão como corrupto para isso temos os M.P.
Por isso compreendo a forma como a discussão foi provocada assim como compreendo que, em certos momentos, é legitimo gritar bem alto fdp…
A JUSTIÇA DE JUDICE

José Manuel Judice diz que o novo bastonário da Ordem dos Advogados deve concretizar as denúncias que fez. Talvez aquelas que Judice não fez enquanto Bastonário. Talvez aquelas que Rogério Alves também não fez. Por coincidência dois ex-bastonários cujas gestões sempre estiveram envolvidas em situações muito pouco transparentes, mas que nada ficou provado, como de costume.
Neste país tem de falar por metáforas, tipo Octávio Machado, porque toda a gente sabe o que se passa mas ninguém consegue provar nada. Apesar das 17 mil escutas telefónicas nas investigações do processo Apito Dourado, também ainda nada ficou provado, mas todos sabemos que houve crime. No caso de Marinho Pinto, gabo-lhe a coragem. Vá em frente porque o povo confia em si, mesmo com os do costume a lançarem a confusão para se limparem da lama em que normalmente chafurdam.
Em Rio Mouro foram mortos dois jovens a tiro. Dizem: ajuste de contas. Mas, ao contrário do que aconteceu no Porto, no dia seguinte já o suspeito estava identificado. Como se vê, as provas aparecem sempre que dá jeito.
Marinho Pinto é Bastonário da Ordem dos Advogados, não é inspector da PJ. Cada um que faça o seu trabalho que o Marinho já fez o dele.
Marinho Neves
domingo, 27 de janeiro de 2008
o clone, português, do ministro da informação iraquiano


Durante semanas o clone, português, do ministro da informação iraquiano, Correia de Campos, desdobrou-se em entrevistas.
Ao longo da semana as suas explicações, sobre a bondade das reformas implementadas no SNS, foram desmentidas com factos.
Arrisca-se agora, Correia de Campos, a ser considerado mais ridículo que o próprio ministro iraquiano.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Jornalistas ingénuos?
Não é preciso ter muitos anos de carreira no jornalismo para se perceber que há coincidências que não são coincidências e coisas que "acontecem" mas que, na verdade, devem muito pouco ao acaso. Para mim, um desses exemplos está relacionado com os medicamentos. Sempre que aparece um medicamento inovador, revolucionário e testado (notem bem) aparece sempre uma ou duas notícias dizendo que alguém que estava a ser tratado com esse medicamento morreu. Uns tempos depois aparece uma medicamento copiado pela concorrência...
Desta vez, temos a notícia de que duas mulheres que foram vacinadas contra o cancro do colo do útero (com a única vacina que há até ao momento) morreram - até se diz que não há prova de que as mortes e a vacina estajam relacionadas - MAS O MEDO INSTALOU-SE!E quantas jovens não querem agora ser vacinadas por causa disto?
Os jornalistas são assim tão ingénuos que acreditam nestas coincidências? Que vergonha!... (e não são só os jornalistas portugueses, não).
Desta vez, temos a notícia de que duas mulheres que foram vacinadas contra o cancro do colo do útero (com a única vacina que há até ao momento) morreram - até se diz que não há prova de que as mortes e a vacina estajam relacionadas - MAS O MEDO INSTALOU-SE!E quantas jovens não querem agora ser vacinadas por causa disto?
Os jornalistas são assim tão ingénuos que acreditam nestas coincidências? Que vergonha!... (e não são só os jornalistas portugueses, não).
E eu é que sou burro?
Manuela Moura Guedes, em entrevista à Visão, a propósito de José Alberto Carvalho.
Visão- Um dos seus objectos preferidos de insultos, o José Alberto Carvalho, acaba de ser nomeado director de informação da RTP
MMG-De insultos, por amor de Deus! Não é um insulto chamar-lhe burro. Tratou-se de uma apreciação, não de um insulto…Há duas coisas que as pessoas não têm culpa de ter ou não ter e que influenciam imenso na vida delas: uma é a beleza, outra a inteligência. Ele, coitadinho, não tem culpa nenhuma. E se eu disser “não é brilhante” já estou a ser politicamente correcta? Mas há uma coisa de que não me esquecerei… (via Grande Loja do Queijo Limiano)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
"As situações no BCP teriam sido menos prováveis se o modelo de governação tivesse sido outro" (Carlos Tavares aos Deputados, via Expresso)
Tradução: Se o BCP não fosse tratado como uma quinta, dos administradores, as situações não teriam acontecido!
JN noticia uma tentativa de rapto que nunca aconteceu

O meu pai foi durante muitos e bons anos correspondente do “Jornal de Noticias”, aí conheci muitos jornalistas, com letra grande, como por exemplo, só para recordar um, o meu bom amigo Costa Carvalho .
Percorri, ainda puto o grande edifício do JN e a cada visita ficava assombrado com as mastodonticas bobines de papel que alimentavam as rotativas.
Hoje recordo com nostalgia esses tempos, o tempo dos Grandes Jornalistas, dos jornalistas que confirmavam as noticias e do tempo em que os jornalistas se orgulhavam de ver, em cada noticia, o seu nome.
Vem isto a propósito de uma notícia, com honras de primeira página, que dava conta que “os irmãos e a mãe de uma menina de quatro anos terão evitado, anteontem, o seu sequestro, presumivelmente tentado por um indivíduo em pleno centro da cidade do Porto”.
Tenho hoje a certeza que o jornalista, menos avisado, embarcou na história assim como, ao que parece, uma televisão.
Segundo aquele Jornal “o suspeito ainda agarrou a criança e tentou introduzi-la dentro do carro, cheio de bonecos de peluche, mas o alerta de um dos seus irmãos, de 12 anos, bem como a intervenção da irmã mais velha, de 18, inviabilizaram a fuga. O homem acabou detido pela PSP e entregue à PJ. "Esteve à tarde a rondar a zona e perguntou à minha filha como ela se chamava, dizendo-lhe que é muito bonita", explicou, ao JN, a mãe, Maria Conceição Ferreira, 47 anos, proprietária de um restaurante na zona, revoltada com a situação e o facto de o homem, de cerca de 40 anos e origem asiática, ter sido libertado pelo Tribunal de Instrução Criminal do Porto.”(clique para continuar a ler)
O asiático em causa é um cidadão que pertencente à prestigiada comunidade chinesa e trata-se de um pacato cozinheiro que trabalha num restaurante daquela área. É aliás empregado no restaurante cujo proprietário é o presidente da Liga dos Chineses em Portugal (LCP), Y Ping Chow.
Hoje recordo com nostalgia esses tempos, o tempo dos Grandes Jornalistas, dos jornalistas que confirmavam as noticias e do tempo em que os jornalistas se orgulhavam de ver, em cada noticia, o seu nome.
Vem isto a propósito de uma notícia, com honras de primeira página, que dava conta que “os irmãos e a mãe de uma menina de quatro anos terão evitado, anteontem, o seu sequestro, presumivelmente tentado por um indivíduo em pleno centro da cidade do Porto”.
Tenho hoje a certeza que o jornalista, menos avisado, embarcou na história assim como, ao que parece, uma televisão.
Segundo aquele Jornal “o suspeito ainda agarrou a criança e tentou introduzi-la dentro do carro, cheio de bonecos de peluche, mas o alerta de um dos seus irmãos, de 12 anos, bem como a intervenção da irmã mais velha, de 18, inviabilizaram a fuga. O homem acabou detido pela PSP e entregue à PJ. "Esteve à tarde a rondar a zona e perguntou à minha filha como ela se chamava, dizendo-lhe que é muito bonita", explicou, ao JN, a mãe, Maria Conceição Ferreira, 47 anos, proprietária de um restaurante na zona, revoltada com a situação e o facto de o homem, de cerca de 40 anos e origem asiática, ter sido libertado pelo Tribunal de Instrução Criminal do Porto.”(clique para continuar a ler)
O asiático em causa é um cidadão que pertencente à prestigiada comunidade chinesa e trata-se de um pacato cozinheiro que trabalha num restaurante daquela área. É aliás empregado no restaurante cujo proprietário é o presidente da Liga dos Chineses em Portugal (LCP), Y Ping Chow.
Não era difícil, dadas as referências, confirmar a noticia. Não se tratava, propriamente, do "homem do saco".
Voltando á noticia é falso que o cidadão chinês tenha agarrado a criança ou a tenha tentado introduzir no carro, assim como é falso que tenha andado a rondar, durante o dia, a zona. Na verdade a infeliz vítima, da ignorância, trabalha na zona.
Nesse dia, o cozinheiro, esteve apenas duas vezes no exterior do restaurante, uma pela manhã, acompanhado por um colega outra pelas 22horas quando foi, literalmente, “assaltado” por duas mulheres.
Ao contrário do que vem referido na notícia, o carro conduzido pelo cidadão chinês não tem, nem tinha, no seu interior qualquer boneco de peluche nem se tentou justificar perante quem quer que fosse.
Voltando á noticia é falso que o cidadão chinês tenha agarrado a criança ou a tenha tentado introduzir no carro, assim como é falso que tenha andado a rondar, durante o dia, a zona. Na verdade a infeliz vítima, da ignorância, trabalha na zona.
Nesse dia, o cozinheiro, esteve apenas duas vezes no exterior do restaurante, uma pela manhã, acompanhado por um colega outra pelas 22horas quando foi, literalmente, “assaltado” por duas mulheres.
Ao contrário do que vem referido na notícia, o carro conduzido pelo cidadão chinês não tem, nem tinha, no seu interior qualquer boneco de peluche nem se tentou justificar perante quem quer que fosse.
Aliás as autoridades cedo verificaram o erro foi no entanto tarde demais para o infeliz cidadão chinês que ainda passou a noite detido.
Notícias como estas servem para promover "doentes" e contribuem para o aumento do racismo e da xenofobia.
Espero que os jornalistas fiquem atentos quando o cidadão chinês for objecto de um desagravo que necessariamente, pelo que me já confirmaram, será conseguido pela via judicial.
Notícias como estas servem para promover "doentes" e contribuem para o aumento do racismo e da xenofobia.
Espero que os jornalistas fiquem atentos quando o cidadão chinês for objecto de um desagravo que necessariamente, pelo que me já confirmaram, será conseguido pela via judicial.
P.S. Não convidem o Moita Flores a comentar
terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Na senda do “Gato Fedorento” o PND-Madeira colocou cinquenta cartazes onde, utilizando o cartaz do filme “O Padrinho”, apelida Alberto João de “Padrinho”.
Tenho para mim que este tipo campanha não abona em nada os seus promotores pois uma campanha que pretende o impacto resulta numa campanha de mau gosto.
Tenho para mim que este tipo campanha não abona em nada os seus promotores pois uma campanha que pretende o impacto resulta numa campanha de mau gosto.
domingo, 20 de janeiro de 2008
Eleições à prova de derrotas
Nas eleição em Cuba, para a Assembleia Nacional do Poder Popular, existem 614 vagas para 614 candidatos.
Descobri este blog que promove o Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio.
Ou o autor do blog é um cidadão que não foi aceite, após concurso, como funcionário da CMP ou é Nuno Cardoso.
Há a possibilidade de ser simplesmente amor.
De qualquer forma como escreveu Fernando pessoa "Todas as cartas de amor são ridículas. Mas, afinal, só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor é que são ridículas."
sábado, 19 de janeiro de 2008
Loja virtual do PS
A Concelhia do PS de Baião além de fazer reservas em hotéis de Las Vegas vende, entre outros produtos, relógios e telemóveis.

É só clicar em Baião e receberá as boas vindas em Welcome to psbaiao.net
A página da Concelhia do PS de Baião não passa de um link para a "home mortgage university degree at psbaiao", onde se vende quase tudo.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

A ASAE volta a atacar desta vez inspeccionou uma missa na Sé de Lisboa
É a notícia do dia, a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na celebração. Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabaram por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho verificam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel beijar aos crentes procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Sabe-se que a ASAE ainda inspeccionou a sacristia para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois tanto quanto se sabe o inspector-geral da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.
É a notícia do dia, a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na celebração. Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabaram por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho verificam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel beijar aos crentes procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Sabe-se que a ASAE ainda inspeccionou a sacristia para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois tanto quanto se sabe o inspector-geral da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.
(escrito anónimo recebido via e-mail)
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Histórias de Felix Iussupov, princepe russo, e D. Manuel II rei de Portugal (via Da Rússia)
Ao ler as memórias do príncipe russo Felix Iussupov, um dos homens que participou no assassinato de Gregori Rasputin, deparei com o facto curioso de esse russo estar ligado por fortes laços de amizade ao último rei português, D. Manuel II. (clique para continuar a ler)
Ao ler as memórias do príncipe russo Felix Iussupov, um dos homens que participou no assassinato de Gregori Rasputin, deparei com o facto curioso de esse russo estar ligado por fortes laços de amizade ao último rei português, D. Manuel II. (clique para continuar a ler)
A ÁRVORE ESTÁ A SECAR
A Controlinveste, cujo “patrão” é Joaquim Oliveira, está a passar por um momento difícil em termos financeiros.Já não é a primeira vez que isto acontece, mas nos momentos em que se adivinham momentos difíceis, surge sempre um anjo da guarda que protege as empresas da Global Notícias, Controlinveste e Olivedesportos.
Aconteceu em 2004, com o EURO e o “padrinho” foi Gilberto Madaíl quando ofereceu a Joaquim Oliveira a exclusividade de transmissões televisivas, estadias e viagens.
Com este novo fôlego, Joaquim Oliveira fez as pazes com Ricardo Espírito Santo e depois de acertar contas entrou numa nova fase de negócios. Com o BES do seu lado e amizades compartilhadas com o poder angolano, Joaquim Oliveira assumiu a compra da Lusomundo e passou a controlar uma das maiores fatias da Comunicação Social lusitana, juntando a este poder a sua participação na TV Cabo e SporTV. Negócios a mais para quem não tem estrutura académica para usar como suporte e que sempre se apoiou em algumas habilidades para atingir o sucesso, porque conhece o sistema e o valor do dinheiro.
Como disse Voltaire: “Para se atingir o sucesso não basta ser estúpido, também tem de se ser simpático.” E vai daí, 4 anos após ter sido lançada mais uma bóia de salvação, o negócio da comunicação correu mal para Joaquim oliveira e vieram novamente as dificuldades financeiras. Oliveira já se desfez da sua participação qualificada na PT, tendo vendido as suas 200 mil acções. Mas, este homem é um mistério. Mesmo com dificuldades financeiras, já está na primeira fila para se candidatar a um canal de televisão generalista. É obra.
Marinho Neves
Marinho Neves
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Apesar de existirem advogados com dificuldade em liquidar as suas quotas á Ordem, a ex- Secretaria Geral do Concelho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados (ex porque os seus serviços foram entretanto dispensados) ganhava entre vencimento, avenças e prémios mais de € 11 000,00 por mês, num total anual de € 134.489,99.
P.S O marido da ex- Secretária Geral, recebia do Concelho Distrital do Porto, como avençado da contabilidade, uma avença mensal de € 2 100,00 durante 14 meses por ano.
Após Mário Soares ter criticado José Sócrates, por causa das privatizações, Sócrates nacionaliza o BCP.
Lét's looka étatraila
Está a chegar a Portugal, através da Fox, uma nova serie com o sugestivo nome “Californication”, que conta as aventuras e desventuras de um escritor de sucesso, interpretado por David Duchovny, divorciado e com um insaciável apetite sexual.Uma boa medida
“Os juízes vão passar a ser fiscalizados pelo tempo que demoram na conclusão de um processo” (via DN Online)
Se os advogados têm prazos para contestar, recorrer ou juntar um rol de testemunhas porque é que os juízes não têm prazos para, por exemplo, proferir uma sentença.
Se os advogados têm prazos para contestar, recorrer ou juntar um rol de testemunhas porque é que os juízes não têm prazos para, por exemplo, proferir uma sentença.
sábado, 12 de janeiro de 2008
Foi preciso um terrorista ou ex-terrorista dizer ao Primeiro Ministro que :
- “isso não passa de mentiras”
- “o primeiro-ministro não tem vergonha”
- “a esquerda de que [Sócrates] fala não existe”
- “já estou farto de ouvir umas cem vezes a palavra ‘esquerda’” (via Correio da Manhã)
- “isso não passa de mentiras”
- “o primeiro-ministro não tem vergonha”
- “a esquerda de que [Sócrates] fala não existe”
- “já estou farto de ouvir umas cem vezes a palavra ‘esquerda’” (via Correio da Manhã)
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
O governo na sua, propalada, senda reformista poderia ter ido mais longe na proposta de reforma da organização e funcionamento dos tribunais retirando, por exemplo, dos tribunais o Ministério Público ou pelo menos os gabinetes dos Srs. Procuradores.
Não é por nada mas nunca vi, com bons olhos, os Srs. Procuradores a almoçarem com os Srs. Juízes, pelo menos, antes dos julgamentos em que eu intervenho.
Pode ser impressão minha mas, ainda assim, continuou a ter como bom o ditado que diz "à mulher de César não basta ser séria...", ou não sejam a Magistratura Judicial e do Ministério Publico profissões onde o carácter a personalidade e a idoneidade têm uma importância capital.
Não é por nada mas nunca vi, com bons olhos, os Srs. Procuradores a almoçarem com os Srs. Juízes, pelo menos, antes dos julgamentos em que eu intervenho.
Pode ser impressão minha mas, ainda assim, continuou a ter como bom o ditado que diz "à mulher de César não basta ser séria...", ou não sejam a Magistratura Judicial e do Ministério Publico profissões onde o carácter a personalidade e a idoneidade têm uma importância capital.
500 contos de Indemnização ao blogue Do Portugal Profundo
Paulo Pedroso já está a gastar por conta da indmnização pedida ao Estado Português!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
O ponto 6.º da “NOTA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL” emitida pela Procuradoria Geral da República é por deveras interessante e faz qualquer cidadão, de boa vontade, reflectir e rever tudo o que até gora disse e pensou sobre este calmo país.
Qualquer cidadão que vê escritopreto no branco, pela PGR, que “a poderosa e orquestrada contra-informação, que, quase sempre a coberto do anonimato, invade órgãos de comunicação social, não conseguirá impedir o Ministério Público de investigar em profundidade a referida criminalidade, não só no que respeita aos executantes, mas também relativamente aos eventuais chefes, ligações e cumplicidades, já que ninguém goza do estatuto de impunidade num Estado de Direito”, acredita que os portugueses e muito particularmente os portuenses andaram enganados e viveram, pelo menos estes últimos anos, uma falsa segurança que se manteve graças ao poder que aquele gang tem em manipular.
Aquele parágrafo ajuda-nos, agora, a compreender porque estavam tantos processos, conectados com aquele gang, arquivados.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Boa! Bora a desenterrar cadáveres agora que o Governo volta atrás e paga aumento extraordinário das pensões de uma vez só.(via Público)
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Gaba-te cesto que amanhã vais à feira
O nosso Primeiro Ministro amanhã, no Parlamento, vai-se gabar muito, muito, muito depois… vai propor a ratificação do Tratado de Lisboa pela Assembleia da República.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
O Governo, o diálogo e o regime de acesso ao direito e aos tribunais

Portaria nº 10/2008
Foi publicada no Diário da República de 3 de Janeiro de 2008 (ontem), a Portaria n.º 10/2008, que tem por objectivo a regulamentação da Lei n.º 34/2004, de 29 de Julho, na redacção dada pela Lei n.º 47/2007, de 28 de Agosto.
A publicação desta Portaria, assinada pelo Senhor Secretário de Estado da Justiça em 24 de Dezembro de 2007, constitui justo motivo de estranheza para a Ordem dos Advogados, porquanto, no entretanto, decorriam ainda contactos com o Ministério da Justiça, visando, em conjunto, elaborar um projecto de articulado, tudo na sequência de negociações empreendidas algumas semanas antes.
Aliás, ainda no dia 21 do passado mês de Dezembro, havia sido enviada à Ordem dos Advogados, pelo Ministério da Justiça, uma nova proposta de texto da Portaria, a qual representava, reconheça-se, um avanço significativo relativamente à primeira versão, enviada pelo mesmo Ministério no início desse mesmo mês.
Verifica-se agora que três dias após esse envio, e sem que a Ordem tivesse respondido (note-se que o dia 21 foi uma sexta-feira e o dia 24 segunda e véspera de Natal), o Senhor Secretário de Estado da Justiça assinou o texto que foi ontem publicado.
Acresce que, tendo em conta o período eleitoral vivido na Ordem dos Advogados e a eleição dos seus novos órgãos, foi dito ao Ministério da Justiça que a opinião daqueles teria, naturalmente, de ser tida em conta.
Na verdade e não tendo sido possível, apesar das diligências da Ordem dos Advogados nesse sentido, publicar a regulamentação da lei até ao final de Novembro, sempre a negociação teria de incorporar o contributo dos novos titulares dos cargos, nomeadamente do Bastonário e do Conselho Geral eleitos.
Não foi esta, porém, a opção do governo, o qual, face à prevista entrada em vigor da nova redacção da Lei de Acesso ao Direito em 1 de Janeiro de 2008, optou por interromper o processo negocial em curso, publicando, com assinatura do dia 24, o texto que no dia 21 era ainda uma proposta dirigida à Ordem dos Advogados para negociação.
Esta clarificação é importante e ajuda a esclarecer o significado da fórmula encontrada, de acordo com a qual “foram promovidas diligências necessárias à audição da Ordem dos Advogados”.
A Ordem dos Advogados lamenta que o processo negocial haja abortado por força da atitude unilateral do Ministério da Justiça e retomará, logo que possível, e já com os seus novos órgãos investidos em funções, as negociações destinadas a corrigir os aspectos mais negativos desta Portaria, da qual o Conselho Geral salienta os seguintes:
O baixíssimo, e por isso inaceitável, valor fixado como contrapartida da prestação de serviços pelos advogados;
A inclusão no valor desses honorários das despesas efectuadas pelos advogados, o que, sendo inaceitável como princípio, se torna mais grave face ao valor irrisório proposto;
A metodologia adoptada para o preenchimento dos lotes de processos;
A indefinição relativa aos custos a suportar pela Ordem e quanto ao respectivo ressarcimento.
Tendo em conta que a generalidade destes aspectos não entrará imediatamente em vigor, o Conselho Geral da Ordem dos Advogados formula um voto, no sentido de que seja possível, no prazo de sessenta dias, proceder à respectiva correcção, consignando, nomeadamente, valores adequados de remuneração, o pagamento das despesas incorridas, o preenchimento gradual dos lotes e a fixação dos valores a pagar à Ordem dos Advogados pelo seu relevantíssimo papel no sistema de Acesso ao Direito.
O Conselho Geral
Lisboa, 4 de Janeiro de 2008
Recebido via Email
domingo, 6 de janeiro de 2008
Quase ladrões?

Estava a ver a SIC Noticias e a ouvir o comentário da Inês Serra Lopes sobre as declarações do Ministro das Finanças referentes ao problema Millenium BCP. A certa altura, aquela jornalista e comentadora, diz que é exagerado chamar ladrões aos administradores do BCP.
Pergunto: - Onde está o exagero caso venham a ser confirmadas que tais irregularidades são verdadeiras e que serviram para o banco se locupletar ilicitamente?
Ladrão é aquele que tira fraudulentamente. Certo?
Pergunto: - Onde está o exagero caso venham a ser confirmadas que tais irregularidades são verdadeiras e que serviram para o banco se locupletar ilicitamente?
Ladrão é aquele que tira fraudulentamente. Certo?
Já agora qual o nome que se dá ao policia que vê e deixa roubar!
Feliz Ano Novo
O Instituto Erasmus de Roterdão tem a vacina contra a gripe das aves. Melhor - está apto a produzir a vacina para este vírus da gripe da aves e também para uma qualquer mutação que apareça da família deste vírus.
Esta notícia foi dada já neste ano novo. Vou procurar mais boas notícias, tá bem?
Esta notícia foi dada já neste ano novo. Vou procurar mais boas notícias, tá bem?
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Quando iniciei o meu estágio, em Direito, aqui na cidade do Porto e deparava-me, diariamente, com uma frase colocada na parede da sala de espera do escritório do meu ilustre patrono, que elucidativamente dizia:- “Sou do Norte sou mais Português”.
Nunca nutri, apesar de nortenho, grande afeição por aquela frase ao contrário do meu patrono que a tinha e tem, sempre pronta, para ser usada numa discussão política ou futebolística.
A falta de afeição por aquela frase não resultava do facto de, ao contrário do meu patrono um dedicado Portista, ser Benfiquista mas porque sempre entendi que o bairrismo é bacoco e serve, sempre, para baralhar e perturbar as mentes dos menos dotados.
Por isso compreendo muito bem este post de JPP no Abrupto e mais ainda quando, lapidarmente diz :-“Pobre Porto, que estás tão mal servido de falas e cheio de silêncios comprometedores!”
Por isso compreendo muito bem este post de JPP no Abrupto e mais ainda quando, lapidarmente diz :-“Pobre Porto, que estás tão mal servido de falas e cheio de silêncios comprometedores!”
"Ferro tem visão «distorcida pela distância», diz Vitalino""O porta-voz do PS entende que Ferro Rodrigues tem uma visão «distorcida pela distância» ao considerar que o Governo tem de ter «menos arrogância». Vitalino Canas lembrou que é difícil explicar às pessoas a necessidade de reformas". (via TSF Online)
Não me repugna absolutamente nada ouvir este tipo de declarações porque a inteligência que as profere não é a minha.
Causa-me, sim, "aflição" constatar que Vitalino Canas, além de ser detentor de uma inteligência capaz de declarações como as proferidas sofrer de hipermetropia, ou dificuldade em enxergar de perto, o que, convenhamos, é muito azar para um único homem.
Causa-me, sim, "aflição" constatar que Vitalino Canas, além de ser detentor de uma inteligência capaz de declarações como as proferidas sofrer de hipermetropia, ou dificuldade em enxergar de perto, o que, convenhamos, é muito azar para um único homem.

“Foram alcançados progressos no controlo do desequilíbrio das finanças públicas e surgiram sinais de recuperação do investimento, aspectos importantes para o desenvolvimento futuro do País”.Mas o desemprego atingiu níveis preocupantes e são muitas as famílias que enfrentam sérias dificuldades para fazer face às suas despesas de todos os dias”. (Mensagem de Ano Novo (2007) do Presidente da República)
“O início do novo ano é sinónimo de mais despesas para os portugueses. Em muitos casos, os bens essenciais vão subir mais do que os ordenados.” (Sic Online)
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Força... vocês conseguem.

Estive durante 15 anos sem meter um cigarro à boca, ou seja dos zero aos 14 e desde há um ano.
Fui, se não me traem as contas, fumador durante 30 anos e hoje vejo de uma forma positiva a entrada em vigor da lei “anti-tabaco”, não só porque era necessária, em termos de saúde pública, mas porque os fumadores têm agora uma nova luta que é, também, uma nova razão para as suas vidas.
Se, até hoje, os fumadores lutavam para deixar de fumar agora lutam por um lugar onde fumar.
O governo do "Socas", com esta lei, deu um novo sentido à vida dos fumadores!
Se, até hoje, os fumadores lutavam para deixar de fumar agora lutam por um lugar onde fumar.
O governo do "Socas", com esta lei, deu um novo sentido à vida dos fumadores!
Dizem que é um espécie de manobra perigosa!
Não mereceria comentário esta notícia não fosse confrontada com esta vinda no Público.
Digo isso porque o processo de que foi alvo o, aliás excepcional, humorista e cronista José Diogo Quintela é um processo igual a dezenas ou centenas de outros instaurados e julgados, todos os meses, pelos tribunais deste país de “bebedores”, de condutores indisciplinados e mal educados.
Ao contrário do António Boronha, tendo por base apenas esta notícia do Correio da Manhã, não vejo onde está a disparidade entre a sanção aplicada ao humorista e a condenação daquele outro cidadão. Efectivamente ambos praticaram uma contra-ordenação muito grave com uma moldura penal que varia entre a pena de prisão até um ano ou multa até 120 e uma sanção assessoria que importara numa inibição de três meses a três anos para a condução.
A diferença da pena aplicada, em concreto, a cada um dos cidadãos poderá depender de muitos factores onde se podem incluir até factores geográficos, ou seja, em determinadas regiões do país o julgador pode ter “mão mais pesada”, ou não, de acordo com a recorrência deste tipo de crime nessa zona. Portanto “não é por aqui que o gato vai à filhós.”
Fico, no entanto, espantado quando verifico que o Público esclarece que “Quintela foi detido pela PSP quando fazia uma ultrapassagem pela direita” ora, além da condução sob o efeito do álcool temos, cumulativamente, uma manobra perigosa passível de sanção.
Assim sendo a notícia não poderá ser a medida da pena em concreto aplicada ao caso, mas o perdão de uma manobra perigosa que, ao que parece, nunca chegou ao conhecimento do juiz.
Digo isso porque o processo de que foi alvo o, aliás excepcional, humorista e cronista José Diogo Quintela é um processo igual a dezenas ou centenas de outros instaurados e julgados, todos os meses, pelos tribunais deste país de “bebedores”, de condutores indisciplinados e mal educados.
Ao contrário do António Boronha, tendo por base apenas esta notícia do Correio da Manhã, não vejo onde está a disparidade entre a sanção aplicada ao humorista e a condenação daquele outro cidadão. Efectivamente ambos praticaram uma contra-ordenação muito grave com uma moldura penal que varia entre a pena de prisão até um ano ou multa até 120 e uma sanção assessoria que importara numa inibição de três meses a três anos para a condução.
A diferença da pena aplicada, em concreto, a cada um dos cidadãos poderá depender de muitos factores onde se podem incluir até factores geográficos, ou seja, em determinadas regiões do país o julgador pode ter “mão mais pesada”, ou não, de acordo com a recorrência deste tipo de crime nessa zona. Portanto “não é por aqui que o gato vai à filhós.”
Fico, no entanto, espantado quando verifico que o Público esclarece que “Quintela foi detido pela PSP quando fazia uma ultrapassagem pela direita” ora, além da condução sob o efeito do álcool temos, cumulativamente, uma manobra perigosa passível de sanção.
Assim sendo a notícia não poderá ser a medida da pena em concreto aplicada ao caso, mas o perdão de uma manobra perigosa que, ao que parece, nunca chegou ao conhecimento do juiz.
Será que argumentaram com uma espécie de manobra perigosa?
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